domingo, 26 de julho de 2009

Gripe A em pacientes com HIV/ AIDS





















O Departamento de DST e Aids divulgou recomendações para o tratamento da gripe A em pacientes com HIV/Aids. A indicação é que as pessoas com Aids que apresentem sintomas de gripe procurem seu próprio médico ou o serviço de saúde mais próximo logo nas primeiras horas após o aparecimento dos sintomas. O tratamento para a influenza A (H1N1) deve ser iniciado até 48 horas a partir da data de início dos sintomas.

Pacientes imunodepressivos, ou seja, com a imunidade baixa, são considerados grupo de risco para a infecção e complicações da Influenza A (H1N1). Pessoas com Aids e com sintomas de gripe devem ter avaliação e monitoramento clínico constantes de seus próprios médicos. Eles ficarão responsáveis por indicar ou não o tratamento com o Tamiflu (nome comercial para o oseltamivir), além de adotar as demais medidas terapêuticas, inclusive a indicação do exame laboratorial.

O Departamento recomenda que, na ausência de outro diagnóstico, os médicos considerem o tratamento com o Tamiflu em adultos e adolescentes infectados pelo HIV que apresentem síndrome gripal, com febre maior de 38ºC, acompanhada de tosse ou dor de garganta, independente da contagem de células CD4.

Destaca-se ainda que não foram registrados eventos adversos entre adultos e adolescentes infectados pelo HIV recebendo Tamiflu. Não há também contra-indicações conhecidas para co-administração desse medicamento com os antirretrovirais.


Perguntas e respostas sobre Influenza A (H1N1) em pessoas que vivem com HIV

1. Existe diferença de sintomas da Influenza A (H1N1) nas pessoas que vivem com HIV?
Os sintomas para definição de caso de Influenza A (H1N1) entre pessoas que vivem com HIV são os mesmos da população geral: doença respiratória aguda caracterizada por febre superior a 38º, tosse e falta de ar, acompanhada ou não de garganta ou manifestações gastrintestinais. Contudo, se o paciente também apresentar leucopenia (queda das células de defesa), deve ser dada atenção especial a essa alteração.

2. Quando uma pessoa que vive com HIV apresenta sintomas da gripe, deve procurar um médico?
O indivíduo com síndrome gripal que apresenta fator de risco para as complicações da influenza – como é o caso de quem está em tratamento para a Aids e pode ter imunodepressão – deve, obrigatoriamente, ser avaliado e monitorado constantemente pelo médico que o acompanha. É ele que vai indicar ou não o tratamento com Tamiflu (nome comercial para o oseltamivir), além de adotar todas as demais medidas terapêuticas.

3. Se uma pessoa com HIV for viajar para áreas de risco para a Influenza A (H1N1), deve tomar Tamiflu antes?
Não. Se utilizado de forma indiscriminada, o medicamento pode induzir a resistência do vírus influenza. É recomendado evitar áreas de risco à Influenza A, áreas estas já divulgadas pelo Ministério da Sáude.


4. Quando o tratamento com Tamiflu é recomendado para pessoas que vivem com HIV?A indicação é que as pessoas com Aids que apresentem sintomas de gripe tenham avaliação e monitoramento clínico constantes de seus próprios médicos. Eles ficarão responsáveis por indicar ou não o tratamento com o Tamiflu, além de adotar as demais medidas terapêuticas, inclusive a indicação para o exame laboratorial. O medicamento deve ser utilizado em, no máximo, até 48 horas a partir da data de início dos sintomas. Como em toda prescrição terapêutica, os médicos devem atentar para as interações medicamentosas, as contra-indicações formais e os efeitos colaterais. Segundo a orientação do fabricante, o Tamiflu só deve ser usado durante a gravidez se o benefício justificar o risco potencial para o feto. O tratamento é recomendado a indivíduos com doença respiratória aguda grave e seus contatos próximos que também apresentem o mesmo quadro.

5. Existe interação medicamentosa entre o Tamiflu e algum antirretroviral?
Até o momento, não há registro de reações ou efeitos adversos em adultos e adolescentes infectados pelo HIV recebendo o medicamento. Também não há contra-indicações conhecidas para administração conjunta do Tamiflu e os medicamentos para o tratamento da Aids.


6. O exame laboratorial deve ser feito nas pessoas que vivem com HIV e apresentam sintomas da Influenza A (H1N1)?
Não. O exame laboratorial só é indicado em casos de doença respiratória aguda grave ou em surtos de síndrome gripal em comunidades fechadas. O médico vai identificar a necessidade de exame.

7. Como se prevenir da doença?
Alguns cuidados básicos de higiene podem ser tomados, como: lavar bem as mãos frequentemente com água e sabão, evitar tocar os olhos, boca e nariz após contato com superfícies, não compartilhar objetos de uso pessoal e cobrir a boca e o nariz com lenço descartável ao tossir ou espirrar.

Fonte: Departamento de DST e Aids

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Ubatuba, Litoral Norte, Brazil
Sou a Silmara, uma pessoa simples, risonha e de bem com a vida! Sou Coordenadora do Blablablá PositHivo, desenvolvido em parceria com a Prefeitura Municipal de Ubatuba, que tem como objetivo levar informações de DST/Aids em escolas e comunidades através do meu depoimento.Como coordenadora de literatura da Fundart criei o Projeto Psiu com a finalidade de descobrir e apoiar novos autores.Fui escritora sobre o Projeto Furnas, em Ubatuba.Tenho 25 crônicas classificadas em Concursos nacionais,inclusive o conto O Menininho Perdido classificado no concurso de Antologia Ponte dos Sonhos, na Alemanha e o poema Brava Gente de Ubatuba em Guadalaraja.Sou autora da cartilha Ambiente Vivo e do livro Flash, Você sabe o que eu tenho? Eu tenho amores, dores,senhores, sabores...Eu tenho atitude.E VOCÊ? Silmara Retti é madrinha do DTPK crew

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