sexta-feira, 10 de julho de 2009

Travesti do caso Ronaldo morre de Aids


Andréia Albertini estava internada há dois dias em hospital em Mauá. Mãe confirma que vítima lutava contra o HIV desde 2006

São Paulo - Morreu nesta quinta-feira, em São Paulo , de complicações em decorrência de Aids, o travesti Andréia Albertini, que no ano passado se envolveu em uma confusão com o jogador Ronaldo Fenômeno, do Corinthians. André Luiz Ribeiro Albertini, seu nome no registro de identidade, morreu no Hospital de Clínicas Doutor Radamés Nardini, em Mauá. Andréia estava há dois dias internado na unidade. A mãe dela, Sônia Regina Maria, confirmou que Andréia contraíra o vírus HIV em 2006, com um parceiro no Rio. O corpo do travesti será enterrado nesta sexta, às 10h, no Cemitério Santa Lídia.

Andréia ficou conhecida após protagonizar um escândalo com o Fenômeno e mais dois travestis, em abril de 2008, num hotel da Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio. Ela acusou o jogador de não pagar o programa e de ter usado drogas. Mas depois recuou e admitiu ter inventado toda a história.

CHANTAGEM

Ronaldo alegou que levou o grupo ao hotel pensando que eram prostitutas e, ao perceber o erro, quis ir embora, mas foi chantageado pelo travesti. Todos acabaram na 16ª DP. À polícia, Ronaldo teria dito que Andréia exigiu R$ 50 mil para não denunciá-lo à imprensa.

Por isso, ela respondia a processo na Justiça, acusada de tentativa de extorsão pelo Ministério Público. De acordo com a denúncia, Andréia teria se aproveitado do fato de estar com um cliente famoso para tentar se beneficiar financeiramente. Albertini também foi parar na delegacia outra vez, em setembro de 2008, após brigar com um homem que a acusou de roubo em Copacabana.

POR MAHOMED SAIGG, RIO DE JANEIRO

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Ubatuba, Litoral Norte, Brazil
Sou a Silmara, uma pessoa simples, risonha e de bem com a vida! Sou Coordenadora do Blablablá PositHivo, desenvolvido em parceria com a Prefeitura Municipal de Ubatuba, que tem como objetivo levar informações de DST/Aids em escolas e comunidades através do meu depoimento.Como coordenadora de literatura da Fundart criei o Projeto Psiu com a finalidade de descobrir e apoiar novos autores.Fui escritora sobre o Projeto Furnas, em Ubatuba.Tenho 25 crônicas classificadas em Concursos nacionais,inclusive o conto O Menininho Perdido classificado no concurso de Antologia Ponte dos Sonhos, na Alemanha e o poema Brava Gente de Ubatuba em Guadalaraja.Sou autora da cartilha Ambiente Vivo e do livro Flash, Você sabe o que eu tenho? Eu tenho amores, dores,senhores, sabores...Eu tenho atitude.E VOCÊ? Silmara Retti é madrinha do DTPK crew

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