Primeiro registro histórico de utilização de algo que lembra (ainda que bem de longe) um preservativo data de 1850 a.C
O papiro de Petri, a primeira prescrição médica antigravidez, recomendou o uso de um pedaço de pano impregnado com uma pasta feita de excremento de crocodilo e mel.
Vários outros objetos foram receitados e utilizados para impedir o contato direto entre o pênis e a vagina. Vesículas de cabra, meio limão, intestinos de carneiros, sementes de vagem, pedaços de linho, seda e couro.
Gravuras e desenhos do Antigo Egito mostravam homens com uma espécie de invólucro no pênis, feito de tripas de animais. Os romanos também eram adeptos.
Em 1564, o anatomista Gabriel Fallopius, professor da Universidade de Pádua, testou em mais de mil homens um saquinho de linho amarrado com um lenço para evitar doenças venéreas.
Um século depois foi o médico inglês conhecido como doutor Condom se valeu de tripas de animais para tentar conter o rei Carlos II da Inglaterra (1630-1685). Foi para homenageá-lo que os ingleses batizaram camisinha de condom.
Só 80 anos depois a palavra apareceu pela primeira vez num dicionário, como “tripa seca de ovelha, vestida por homens no ato sexual, para prevenir doenças venéreas”.
A borracha só entrou nessa história por volta de 1870. Sem tecnologia suficiente para trabalhar o material, os fabricantes usavam camadas bem grossas de borracha que eram bem caras. O jeito era reaproveitar até rasgar.
Só em 1939 a descoberta do processo de vulcanização da borracha garantiu camisinhas mais finas e elásticas para o mercado mundial. No Brasil, a propaganda e a distribuição de camisinhas só foram liberadas em 1979.
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Quem sou EU?
- Silmara Retti escritora
- Ubatuba, Litoral Norte, Brazil
- Sou a Silmara, uma pessoa simples, risonha e de bem com a vida! Sou Coordenadora do Blablablá PositHivo, desenvolvido em parceria com a Prefeitura Municipal de Ubatuba, que tem como objetivo levar informações de DST/Aids em escolas e comunidades através do meu depoimento.Como coordenadora de literatura da Fundart criei o Projeto Psiu com a finalidade de descobrir e apoiar novos autores.Fui escritora sobre o Projeto Furnas, em Ubatuba.Tenho 25 crônicas classificadas em Concursos nacionais,inclusive o conto O Menininho Perdido classificado no concurso de Antologia Ponte dos Sonhos, na Alemanha e o poema Brava Gente de Ubatuba em Guadalaraja.Sou autora da cartilha Ambiente Vivo e do livro Flash, Você sabe o que eu tenho? Eu tenho amores, dores,senhores, sabores...Eu tenho atitude.E VOCÊ? Silmara Retti é madrinha do DTPK crew
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