quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Chás podem comprometer o tratamento?













Estratégia popularmente utilizada para a prevenção e o tratamento de diversas doenças, o consumo de chás pode comprometer a eficácia da terapia antiretroviral. A interação entre compostos naturais encontrados nestas bebidas e os princípios ativos das drogas anti-aids podem aumentar a ocorrência de efeitos adversos e até inibir a ação dos remédios. Por isso, pacientes em tratamento antiretroviral devem estar atentos à combinação dos medicamentos com outras substâncias e consultar sempre o médico.
“Plantas aparentemente inofensivas podem ser perigosas, sobretudo se consumidas em associação à terapia antiretroviral, que costuma provocar efeitos colaterais. Além disso, como geralmente são comercializados sem fiscalização, os produtos preparados a partir de substâncias naturais, como xaropes ou garrafadas, podem estar contaminados por fungos, bactérias e metais pesados, como chumbo e mercúrio”, alerta a farmacêutica Paloma Michelle de Sales, que durante o mestrado desenvolvido na Universidade de Brasília (UnB) investigou como o uso de plantas medicinais por pacientes soropositivos pode influenciar o tratamento da aids.
Entre as 53 plantas consumidas pelos pacientes e investigadas cientificamente por Paloma, 33 – o equivalente a 62% – mostraram que podem comprometer a eficácia do tratamento.

Atenção também às cápsulas de alho
A mesma dinâmica é estabelecida para o consumo de cápsulas de alho, utilizadas para o controle do colesterol. “Estudos clínicos demonstram que este produto pode reduzir em até 50% o efeito terapêutico do saquinavir, um inibidor de protease”, informa Paloma. A erva-mate, por sua vez, pode promover a excitabilidade do Sistema Nervoso Central e intensificar a produção da secreção gástrica, aumentando a acidez estomacal – desconforto comum entre pacientes em terapia anti-retroviral.

Revista Saber Viver -

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Ubatuba, Litoral Norte, Brazil
Sou a Silmara, uma pessoa simples, risonha e de bem com a vida! Sou Coordenadora do Blablablá PositHivo, desenvolvido em parceria com a Prefeitura Municipal de Ubatuba, que tem como objetivo levar informações de DST/Aids em escolas e comunidades através do meu depoimento.Como coordenadora de literatura da Fundart criei o Projeto Psiu com a finalidade de descobrir e apoiar novos autores.Fui escritora sobre o Projeto Furnas, em Ubatuba.Tenho 25 crônicas classificadas em Concursos nacionais,inclusive o conto O Menininho Perdido classificado no concurso de Antologia Ponte dos Sonhos, na Alemanha e o poema Brava Gente de Ubatuba em Guadalaraja.Sou autora da cartilha Ambiente Vivo e do livro Flash, Você sabe o que eu tenho? Eu tenho amores, dores,senhores, sabores...Eu tenho atitude.E VOCÊ? Silmara Retti é madrinha do DTPK crew

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