quinta-feira, 4 de junho de 2009

Nova vacina contra o HIV



Não é um vacina preventiva, mas pode travar a progressão da doença em indivíduos já infectados. Segundo os especialistas, a nova vacina reduz a carga viral em doentes com HIV e, em alguns casos verificados, o vírus não foi detectado.
Uma nova vacina contra o Vírus da Imunodeficiencia Humana (HIV) foi testada com resultados positivos em 18 pacientes brasileiros. As conclusões do estudo revelaram-se animadoras no combate ao HIV e já se adianta que esta vacina poderá travar a progressão do vírus, não só em ratos e macacos, mas também nos humanos.

A investigação foi liderada por especialistas da Universidade de Paris, como Jean-Marie Andrieu, pesquisadora do Centro Biomédico de Saints-Pères, e da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), no Recife, Brasil. Publicado na revista especializada "Nature Medicine" no passado dia 29 de Novembro e revelado ao mundo pela imprensa brasileira, o estudo preliminar efectuado em humanos, aponta para o facto de aquela vacina estar a ser encarada como um método seguro, na redução da carga viral nos pacientes.

O estudo contemplou um universo de 18 pacientes voluntários, infectados com HIV, aos quais ainda não tinha sido prescrito qualquer medicamento para combater a doença.
A cada um foi ministrada a vacina, por forma a testar o seu sistema imunológico. Nestes 18 pacientes verificou-se uma redução na taxa de linfócitos CD4 (o principal alvo do vírus) em cerca de 80 por cento. Em oito dos voluntários que participaram nesta primeira fase da experiência ocorreu uma redução da carga viral na ordem dos 90 por cento. Destas oito pessoas, em quatro pacientes não foi detectado qualquer sinal do vírus HIV, dada a reduzida taxa de concentração deste agente patogénico.

Apesar de promissores, estes resultados são ainda preliminares e necessitam de futuros estudos para averiguar o capital de segurança desta nova vacina. Ainda assim, a vacina não tem capacidades preventivas, antes poderá ser utilizada apenas no tratamento de doentes já infectados.

Esta nova vacina não destrói o vírus, mas reduz significativamente a sua carga viral, chegando em alguns casos a não ser identificado. A ideia é 'adormecer' o vírus no corpo humano.

A próxima fase do estudo irá abranger um novo universo de pacientes (20) e terá como principal objectivo determinar qual a dose mais indicada para o tratamento, consoante os vários estados da doença.

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Ubatuba, Litoral Norte, Brazil
Sou a Silmara, uma pessoa simples, risonha e de bem com a vida! Sou Coordenadora do Blablablá PositHivo, desenvolvido em parceria com a Prefeitura Municipal de Ubatuba, que tem como objetivo levar informações de DST/Aids em escolas e comunidades através do meu depoimento.Como coordenadora de literatura da Fundart criei o Projeto Psiu com a finalidade de descobrir e apoiar novos autores.Fui escritora sobre o Projeto Furnas, em Ubatuba.Tenho 25 crônicas classificadas em Concursos nacionais,inclusive o conto O Menininho Perdido classificado no concurso de Antologia Ponte dos Sonhos, na Alemanha e o poema Brava Gente de Ubatuba em Guadalaraja.Sou autora da cartilha Ambiente Vivo e do livro Flash, Você sabe o que eu tenho? Eu tenho amores, dores,senhores, sabores...Eu tenho atitude.E VOCÊ? Silmara Retti é madrinha do DTPK crew

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