terça-feira, 7 de julho de 2009

Novo exame para detectar HIV


O Ministério da Saúde anunciou que vai atualizar as normas para a realização de testes de diagnóstico do HIV e entre as mudanças, está a adoção de um novo tipo de exame, a partir da coleta de sangue seco, que permitirá o armazenamento do material por até 12 semanas sem refrigeração. A medida será adotada para facilitar o diagnóstico da Aids, principalmente nas regiões mais distantes do país. Segundo a chefe da área de doenças sexualmente transmissíveis e Aids do ministério, Mariângela Simão, a preservação do sangue só será possível porque a coleta será feita com o uso de um papel filtro especial. A novidade, segundo ela, é que as amostras poderão ser enviadas pelo correio, o que deve facilitar o acesso ao teste nas localidades mais longes dos principais centros urbanos. "Na verdade, isso é parecido com o teste do pezinho. Você colhe por meio de uma picadinha no dedo. O papel é seco, enviado para o correio pelo serviço de saúde que coletou o exame. E o paciente vai receber o resultado no mesmo lugar em que foi feita a coleta”, explicou Mariângela. Segundo o ministério, além da inclusão de novas metodologias de testagem, o governo também vai ampliar os testes rápidos, cujos resultados saem em meia hora. Todas as mudanças estarão presentes em uma portaria a ser editada pela pasta, que definirá as novas regras para testes de HIV. O governo estima que cerca de 630 mil brasileiros estejam infectados pelo vírus HIV. Destes, 255 mil não teriam feito teste. Ou seja, não sabem que têm o vírus. A partir do uso de uma nova tecnologia de detecção do HIV, o Sistema Único de Saúde (SUS) submeterá o sangue dos pacientes a duas testagens, e não mais a três, como ocorre atualmente. Segundo o ministério, a redução no número de fases do teste não diminuirá a eficácia dos resultados. Dados do governo mostram que até 2008, 36,5% dos brasileiros que tinham entre 15 e 54 anos fizeram o teste de HIV

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Ubatuba, Litoral Norte, Brazil
Sou a Silmara, uma pessoa simples, risonha e de bem com a vida! Sou Coordenadora do Blablablá PositHivo, desenvolvido em parceria com a Prefeitura Municipal de Ubatuba, que tem como objetivo levar informações de DST/Aids em escolas e comunidades através do meu depoimento.Como coordenadora de literatura da Fundart criei o Projeto Psiu com a finalidade de descobrir e apoiar novos autores.Fui escritora sobre o Projeto Furnas, em Ubatuba.Tenho 25 crônicas classificadas em Concursos nacionais,inclusive o conto O Menininho Perdido classificado no concurso de Antologia Ponte dos Sonhos, na Alemanha e o poema Brava Gente de Ubatuba em Guadalaraja.Sou autora da cartilha Ambiente Vivo e do livro Flash, Você sabe o que eu tenho? Eu tenho amores, dores,senhores, sabores...Eu tenho atitude.E VOCÊ? Silmara Retti é madrinha do DTPK crew

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