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O Ministério da Saúde quer ampliar o diagnóstico do HIV e investe na aquisição de testes rápidos. Para este ano, foram adquiridos 3,3 milhões de unidades. No primeiro trimestre, estados e municípios receberam 30% a mais de testes rápidos. “O teste rápido é seguro e o resultado sai em apenas 30 minutos” afirma em nota o Programa. O sangue é coletado por meio de punção no dedo. O resultado é confidencial, e se for positivo o cidadão é encaminhado ao médico. “O sangue é colocado em dois kits. Caso ambos tenham o mesmo resultado, o diagnóstico é fechado. Em caso de divergência é feito um terceiro para confirmação”, diz a nota. O teste rápido pode ser usado mesmo em áreas de difícil acesso, como comunidades ribeirinhas e cidades do interior do Nordeste – locais onde o número de exames para o HIV ainda é baixo.
Em nota técnica, o Programa Nacional de DST e Aids diz considerar o diagnóstico precoce determinante para uma melhor resposta ao tratamento. O tempo de espera e a necessidade de retorno ao serviço de saúde levam muitos pacientes a desistirem do resultado. Em pacientes com tuberculose ou outros sintomas indicativos de aids, a demora pode ser fatal. A nota diz que mulheres no 3º mês de gestação devem fazer o teste rápido como medida fundamental de controle da transmissão vertical, e que, em todos os usuários, a realização do diagnóstico deve ser acompanhada de aconselhamento pré e pós teste.

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