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O novo Reyataz (atazanavir) já está sendo distribuído às pessoas que recebem antirretrovirais. Vem agora em 30 comprimidos de 300 mg cada. Antes eram 60 comp de 150 mg. A combinação 2 em 1 criou um produto maior, portanto, mais difícil de engolir, mas o paciente tomará apenas um comprimido por dia. E o Viread (tenofovir), declarado de interesse público pelo Ministério da Saúde em abril de 2008, começa a ser produzido no Brasil graças a uma grande parceria entre laboratórios públicos e privados. O tenofovir se tornou estratégico para o Programa Nacional de DST e Aids porque é a alternativa ao AZT e pode ser usado em esquemas de resgate, além de também combater o vírus da hepatite B. É de uso simplificado (1 comprimido/dia) e tem uma grande vantagem sobre outros da mesma classe: está menos associado a alterações de colesterol e lipodistrofia.

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