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sábado, 7 de maio de 2011














CAMPANHA MUNDIAL CABELEIREIROS CONTRA AIDS CELEBRA CELEBRA 10 ANOS COM AÇÃO SOLIDÁRIA


A campanha mundial Cabeleireiros Contra Aids (uma parceria entre L'Oréal e UNESCO) comemora 10 anos de muita educação preventiva, saúde e, claro, beleza. Assim, no dia 10 de maio, no Rio de Janeiro, a Divisão de Produtos Profissionais da L'Oréal Brasil vai oferecer uma tarde inteira de tratamentos e cortes.



Para isso, reunirá um time de educadores das marcas L'Oréal Professionnel, Kérastase, Redken e Matrix à diversos hairstylists para criar o Salão Solidário. Serão mais de 6 horas de muito trabalho e tratamentos com valores simbólicos, que serão revertidos para a Sociedade Viva Cazuza.

Dentre os profissionais de beleza estarão top cabeleireiros dos salões mais famosos do Brasil como: César Augusto (POA), Charles Veiyga (SP), Célio Faria (MG), Edy Clemente (RJ), João da Matta (SP), Jô Nascimento (SP), João Coscardo (PE), John Miyata (SP) e Ricardo Chamorro (SP).

Salão solidário com preços simbólicos

Corte (lavagem + escova)= R$ 50,00
Tratamento L'Oréal Profissionnel, Kérastase, Matrix e Redken = R$ 50,00
Corte + tratamento = R$ 75,00
*formas de pagamento: dinheiro ou cheque

Rio de Janeiro

Local: Academia L'Oréal RJ (Rua São Bento, nº8, Centro)
Data: 10 de maio de 2011
Horário: das 14h 30 às 20h30

Agende sua sessão: Daniel Oliveira (dsoliveira@br.loreal.com / 21 2131-6027)

Cada um também pode fazer sua parte para apoiar a campanha. Divulgue essa ação para seus contatos e ajude a combater a aids no Brasil.

domingo, 10 de abril de 2011



















































Nosso sincero agradecimento a todos que se envolvem com a causa e apoiam!O Projeto Blablablá Positivo e Amigos sente-se abraçado por pessoas de diversos lugares do Brasil. Silvia e Ana de Caraguatatuba são parceiras do projeto e abraçam esta causa! Muitooo obrigada.Essas fotos me emocionaram porque transmitem uma mensagem positiva de solidariedade e comprometimento por um mundo melhor.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Criada proteína que impede HIV de entrar nas células

Proteína defensora

Naquilo que pode se tornar um marco na batalha contra a AIDS e uma nova ferramenta para o desenvolvimento racional de novos medicamentos, cientistas sintetizaram uma nova proteína que impede que os vírus entrem nas células.

Esta proteína sintética é baseada em uma proteína que ocorre naturalmente no corpo humano, e que protege as células dos vírus.

A vantagem é que a proteína sintética não causa inflamação e outros efeitos colaterais induzidos pelas altas dosagens de medicamentos necessárias para inibir a AIDS.

A descoberta será publicada no exemplar de Abril do prestigiado The FASEB Journal.

Ficção científica que vira realidade

"Isto é ficção científica se tornando realidade. Esses pesquisadores pegaram uma proteína e removeram sua parte que causa danos, então estabilizaram e modificaram a seção que tem um efeito terapêutico," afirma o editor da revista científica, Gerald Weissmann.

"Isto não é uma notícia boa apenas para as pessoas com AIDS, é uma notícia boa para todos nós, na medida que essa pesquisa abre caminho para trabalhos similares para muitas, muitas outras doenças," escreve o editor.

O fragmento de proteína é baseado em uma proteína natural chamada RANTES, que é parte do sistema imunológico.

A RANTES defende naturalmente o corpo contra o HIV/AIDS, mas não pode ser usada como droga porque ela tem vários outros efeitos biológicos, podendo causar inflamações sérias.

Projeto inteligente

Depois de examinar precisamente a estrutura molecular da RANTES, os cientistas descobriram que apenas um pequeno fragmento da proteína é realmente responsável por bloquear a entrada do HIV nas células.

A partir daí, eles dissecaram a porção desejada da proteína e desenvolveram uma forma de estabilizá-la sem comprometer seus efeitos protetores.

Depois de vários passos de refinamento molecular e modelagem virtual, os pesquisadores criaram um peptídeo com altíssimo potencial contra o HIV e com possíveis benefícios para o tratamento de doenças inflamatórias, como a artrite e o lúpus, assim como para a prevenção da rejeição de transplantes.

"Da mesma forma que os escultores da Renascença escavavam arte no mármore cru, os engenheiros moleculares de hoje estão usando o design inteligente para criar obras-primas químicas que salvam vidas," concluiu Weissmann.

domingo, 6 de março de 2011

Ministério da Saúde incentiva doações de sangue no período do Carnaval Meta é garantir, durante as festividades, o estoque nos hemocentros do país













Nesta época de Carnaval, a exemplo do período de férias, os hemocentros brasileiros têm uma baixa significativa no estoque de sangue, em torno de 20% a 30%. Um dos motivos do afastamento dos doadores é a quantidade de festas carnavalescas que acontecem nos próximos dias em todo o país. Para manter os estoques abastecidos e garantir a assistência à população, o Ministério da Saúde incentiva a doação neste período. Os hemocentros de todo o país funcionarão em horário comercial amanhã na segunda-feira e retomam as suas atividades normais a partir do meio dia de quarta-feira.

“Nos períodos de férias e do carnaval, os doadores se afastam de suas atividades normais como a de doar. Por isso a necessidade de chamar a atenção dos voluntários para se programar para doar antes de ir para a folia”, lembra Guilherme Genovez, coordenador nacional de Sangue e Hemoderivados, do Ministério da Saúde.

Atualmente, no Brasil, são coletadas por ano - em média - 3,5 milhões de bolsas de sangue. Cada hemocentro do país tem sua própria capacidade de estoque e de atendimento aos voluntários. Como é vedada a comercialização de sangue (Lei 10.205, de 23 de março de 2001), é necessário que haja cada vez mais doadores compromissados e solidários para manter os estoques nos hemocentros dentro do padrão desejado.

Durante todo o ano, o Ministério da Saúde incentiva a doação de sangue. No período carnavalesco, é normal o aumento do pedido de bolsas de sangue por parte dos postos de coleta de sangue, muitas vezes devido ao aumento da ingestão de álcool, de acidentes de trânsito e da violência urbana. Anualmente, são realizas duas campanhas nacionais. A primeira acontece em junho, quando se comemora o Dia Internacional do Doador de Sangue. A segunda, em 25 de novembro, quando é comemorado o Dia Nacional do Doador Voluntário de Sangue.

Nestes momentos, se reforça a conscientização da população quanto à importância e os critérios para a doação de sangue. As campanhas são promovidas em parceria com todas as secretarias estaduais e municipais de saúde. “Essas iniciativas são essenciais, mas entendo que doar sangue é um gesto de solidariedade. É rápido e indolor”, afirma Guilherme Genovez.

Hoje, o país conta com 1,8% de doadores. De acordo com os parâmetros da Organização Mundial de Saúde (OMS), para manter os estoques regulares é preciso de 1,5% a 3% da população doe regularmente. A maioria das doações, no Brasil, ocorre de forma espontânea. Em cada doação são retirados – em média – 450 mililitros de sangue. Quantidade que não afeta a saúde do doador e a sua recuperação é imediata após o ato.

O que é necessário para doar sangue:

- O voluntário deve procurar o hemocentro mais próximo;
- Cada candidato a doador precisa responder - com veracidade – o questionário de avaliação;
- O doador deve sentir-se bem;
- Ter entre 18 e 65 anos de idade;
- Ter peso acima de 50 quilos
- Apresentar documento com foto, válido em todo território nacional;
- O voluntário não deve ter diagnóstico de hepatite após os 10 anos de idade;
- Pessoas que estão expostas a doenças transmissíveis pelo sangue (sífilis, AIDS, hepatite e doenças de chagas); mulheres grávidas ou amamentando; usuários de drogas e as pessoas que tiveram relacionamento sexual com parceiro desconhecido ou eventual – sem uso de preservativo – não podem doar sangue.

Após a doação, o voluntário recebe um lanche e as instruções que deve seguir após o procedimento.

Recomendações para quem deseja doar:

- Não doe em jejum;
- Faça repouso de no mínimo 6 horas na noite anterior à doação;
- Evitar fumar por pelo menos duas horas antes da doação;
- Não ingerir bebida alcoólica nas 12 horas anteriores;
- Evitar alimentos gordurosos nas três horas que antecedem a doação.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Diagnóstico de idosos













A fragilidade do sistema imunológico em pessoas com mais de 60 anos dificulta o diagnóstico de infecção por HIV, vírus causador da aids. Isso ocorre por que, com o envelhecimento, algumas doenças tornam-se comuns. E os sintomas da aids podem ser confundidos com os dessas outras infecções.

Tanto a pessoa idosa quanto os profissionais da saúde tendem a não pensar na aids e, muitas vezes, negligenciam a doença nessa faixa etária. E o diagnóstico tardio de aids permite o aparecimento de infecções cada vez mais graves e compromete a saúde mental (podendo causar até demência).

Quanto antes começar o tratamento correto da aids, mais o soropositivo ganha em qualidade de vida. Por isso, recomenda-se fazer o teste. É rápido, seguro e pode ser feito em qualquer unidade pública de saúde.

Sintomas e fases da aids


Conteúdo extra:

Quando ocorre a infecção pelo vírus causador da aids, o sistema imunológico começa a ser atacado. E é na primeira fase, chamada de infecção aguda, que ocorre a incubação do HIV - tempo da exposição ao vírus até o surgimento dos primeiros sinais da doença. Esse período varia de 3 a 6 semanas. E o organismo leva de 8 a 12 semanas após a infecção para produzir anticorpos anti-HIV. Os primeiros sintomas são muito parecidos com os de uma gripe, como febre e mal-estar. Por isso, a maioria dos casos passa despercebido.
A próxima fase é marcada pela forte interação entre as células de defesa e as constantes e rápidas mutações do vírus. Mas que não enfraquece o organismo o suficiente para permitir novas doenças, pois os vírus amadurecem e morrem de forma equilibrada. Esse período, que pode durar muitos anos, é chamado de assintomático.
Com o frequente ataque, as células de defesa começam a funcionar com menos eficiência até serem destruídas. O organismo fica cada vez mais fraco e vulnerável a infecções comuns. A fase sintomática inicial é caracterizada pela alta redução dos linfócitos T CD4 - glóbulos brancos do sistema imunológico - que chegam a ficar abaixo de 200 unidades por mm³ de sangue. Em adultos saudáveis, esse valor varia entre 800 a 1.200 unidades. Os sintomas mais comuns são: febre, diarreia, suores noturnos e emagrecimento.
A baixa imunidade permite o aparecimento de doenças oportunistas, que recebem esse nome por se aproveitarem da fraqueza do organismo. Com isso, atinge-se o estágio mais avançado da doença, a aids. Quem chega a essa fase, por não saber ou não seguir o tratamento indicado pelos médicos, pode sofrer de hepatites virais, tuberculose, pneumonia, toxoplasmose e alguns tipos de câncer. Por isso, sempre que você transar sem camisinha ou passar por alguma outra situação de risco, faça o teste!
Tags: aids, assintomática, doenças oportunistas, fases da doença, fazer o teste, fique sabendo, HIV, infecção aguda, linfócitos TCD4, seguir o tratamento, sintomas, sintomática inicial

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que é janela imunológica
Conteúdo extra:
Janela imunológica é o intervalo de tempo entre a infecção pelo vírus da aids e a produção de anticorpos anti-HIV no sangue. Esses anticorpos são produzidos pelo sistema de defesa do organismo em resposta ao HIV e os exames irão detectar a presença dos anticorpos, o que confirmará a infecção pelo vírus.
O período de identificação do contágio pelo vírus depende do tipo de exame (quanto à sensibilidade e especificidade) e da reação do organismo do indivíduo. Na maioria dos casos, a sorologia positiva é constatada de 30 a 60 dias após a exposição ao HIV. Porém, existem casos em que esse tempo é maior. O teste de 120 dias serve apenas para detectar os casos raros de soroconversão – quando há mudança no resultado.
Se um teste de HIV é feito durante o período da janela imunológica, há a possibilidade de apresentar um falso resultado negativo. Portanto, é recomendado esperar de 30 a 60 dias e fazer o teste novamente.
É importante que, no período de janela imunológica, a pessoa sempre faça sexo com camisinha e não compartilhe seringas , pois, se estiver realmente infectada, já poderá transmitir o HIV para outras pessoas.

Site Programa Nacional de DST/Aids

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011













Se o resultado do meu teste é negativo, significa também que meu parceiro é HIV negativo?


Os resultados do teste de HIV têm a ver somente com o seu estado sorológico. Seu resultado sendo negativo, não diz nada a respeito do estado do seu(sua) parceiro(a). Também é importante que você tenha certeza de que seu teste foi feito depois do período da janela imunológica, isto é, o período entre a possível exposição ao vírus e o tempo necessário para que o corpo crie anticorpos do HIV.

Fale com seu(sua) parceiro(a), para que façam juntos o teste de HIV e lembre-se de que fazer o teste, jamais deve substituir a proteção. Se suas ações te põe em risco de infecção pelo HIV, você tem que reduzir esses riscos.
O que fazer, se o teste der positivo?
Lembre que, com os tratamentos disponíveis atualmente, pode-se levar um estilo de vida saudável. Se seu teste deu positivo, aqui vão alguns passos importantes a seguir, afim proteger a sua saúde: Visite um médico, mesmo que você não se sinta doente. Se é possível, visite um infectologista, que tenha experiência no tratamento do HIV. O primeiro passo para se manter saudável, é consultar alguém sobre as opções de tratamento existentes.

Procure um sistema de apoio. Os desafios emocionais e físicos que vêm, podem ser difíceis. Ter gente do seu lado, que te ajude, é muito importante. Fale com seu médico, para que te recomende conselheiros e grupos de apoio que possam te ajudar.

Fale com seu(sua) parceiro(a) ou parceiros(as). Conte a seu(sua) parceiro(a) sexual sobre seu estado de HIV e saiba reduzir o risco de transmissão do vírus, ao praticar sexo seguro, usando preservativos de látex e barreiras bucais, cada vez que tenha relações sexuais.
Encontre a informação sobre onde fazer o teste, nos sites abaixo:

ARGENTINA
Programa Nacional de Lucha contra los Retrovirus del Humano, Sida y ETS
Línea nacional gratuita: 0800 3333 444
prog-nacional-sida@msal.gov.ar
pregunte0800sida@msal.gov.ar
www.msal.gov.ar/htm/site/sida/site/contacto.asp
BOLIVIA
Programa Nacional ITS/VIH/Sida
Av. Mariscal Santa Cruz, Edif. Lotería Nacional. 5to piso, La Paz.
Teléfono: +591 2 2115022
Fax: +591 2 2315375
Línea nacional gratuita: 800 11 1717
its.vih.sida.bolivia@gmail.com
www.sns.gov.bo/its-vih-sida
BRASIL
Programa Nacional de DST e Aids
SEPN 511, Bloco C 70.750-543, Brasilia.
Teléfono: +61 3448 8000
Línea nacional gratuita: 0800 61 1997
www.aids.gov.br/main.asp
CHILE
Ministerio de Salud
Mac-Iver 541, Santiago.
Teléfonos: +56 2 5740100 / 5740198
Línea nacional gratuita: 600 360 7777
www.redsalud.gov.cl/temas_salud/problemas/vih.html
COLOMBIA
Ministerio de la Protección Social
Cra. 13, 32-76 Bogotá.
Teléfono:+57 1 3305000
Fax: +57 1 3305050
Línea nacional gratuita: +571 3305000 ext. 3380/81 (desde Bogotá)
018000 910097 (desde otras ciudades del país)
atencionalciudadano@minproteccionsocial.gov.co
www.minproteccionsocial.gov.co
COSTA RICA
Ministerio de Salud
Calle 16, Avenida 6 y 8, San José.
Teléfono: +506 2223 0333
prensams@netsalud.sa.cr
www.ministeriodesalud.go.cr/quienes.htm
CUBA
Programa Nacional de Prevención y Control de ITS/VIH/SIDA
Calle 27 No. 707 e/ A y B. Plaza de la Revolución, Ciudad de La Habana
Teléfono: + 537 8304902
Línea nacional gratuita: 0 7 830 3156
jportela@infomed.sld.cu
egbert.squires@infomed.sld.cu
www.sld.cu/servicios/sida
ECUADOR
Programa Nacional del VIH Sida
Av. República del Salvador Nº 950 y Suecia.
Teléfono:+593 02 3814400 Ext. 5604
pnvihsidaecu@yahoo.com
www.msp.gov.ec/index.php?option=com_content&task=category§ionid=8&id=49&Itemid=116

EL SALVADOR
Programa Nacional de ITS-VIH-Sida
Calle Arce No.827, San Salvador.
Tel/fax: +503 2205 7157
Línea nacional gratuita: 800 7012
sidatel@mspas.gov.sv
www.mspas.gob.sv/p_its_vih_sida_menu.asp
GUATEMALA
Ministerio de Salud Pública y Asistencia Social
6ta Avenida 3 -45, Zona 11.
Teléfonos: +502 24752121 / 24752122
http://portal.mspas.gob.gt
HONDURAS
Programa de ITS-VIH-Sida
urquiamarcos@hotmail.com
drazzad@hotmail.com
odalis74hn@yahoo.com
www.salud.gob.hn/sida.htm
MÉXICO
Centro Nacional para la Prevención y Control del VIH/SIDA -CENSIDA
Herschel 119, Col. Verónica Anzures, Delegación Miguel Hidalgo, México D.F. Teléfono: 9150-6000
Líneas nacionales gratuitas: 5207 4077/ 01 800 712 0886/0889
telsida@salud.gob.mx
www.censida.salud.gob.mx

NICARAGUA
Programa Nacional ITS-VIH/sida
Complejo Nacional de Salud “Dra. Concepción Palacios”
Costado Oeste Colonia, Primero de Mayo, Managua.
Teléfono: +505 289 4700
Línea nacional gratuita : 155
webmaster@minsa.gob.ni
www.minsa.gob.ni/bns/sida/index.html

PANAMÁ
Programa Nacional de ITS/VIH/SIDA - Panamá
Antiguo Hospital Gorgas, Ancón. Edificos 237, 238, 253, 255, 261, 265
Teléfono: +507 512 9400
www.minsa.gob.pa
PARAGUAY
Programa Nacional de Control de Sida/ITS - PRONASIDA
Avenida Venezuela c/ Florida, Barrio Jara, Asunción.
Teléfono: +595 021 204 604
contacto@pronasida.gov.py
www.pronasida.gov.py
PERÚ
Estrategia Sanitaria Nacional de Prevención y Control de Infecciones de Transmisión Sexual y VIH-SIDA
Avenida Salaverry 801, Jesús María, Lima.
Teléfono: +51 1 315 6600 Ext. 2342/2345/2346
itsvih@minsa.gob.pe
www.minsa.gob.pe/portal/03Estrategias-Nacionales/03ESN-ITS-SIDA/vih-sida.asp

REPÚBLICA DOMINICANA
Secretaría de Estado de Salud Pública y Asistencia Social - SESPAS -
Av. San Cristóbal esquina Tiradentes, Ens. La Fe.
Teléfono: +809 541 3121
correo@sespas.gov.do
www.sespas.gov.do/default.asp

URUGUAY
Programa Nacional ITS/Sida
18 de Julio 1892, 4 Piso, Anexo A, Montevideo.
Teléfonos: +598 2 4022424 / 4088399
Línea nacional gratuita: 0800 SIDA (7432)
mosimani@msp.gub.uy
www.msp.gub.uy/uc_464_1.html

VENEZUELA
Ministerio del Poder Popular para la Salud y Protección Social
Centro Simón Bolívar, Edificio Sur, Portal Municipal, El Silencio, Caracas.
Teléfono: +58-0212-4080000
mpps@mpps.gob.ve
webmaster@mpps.gob.ve
www.msds.gov.ve/ms/modules.php?name=Content&pa=showpage&pid=126
Quanto tempo tenho que esperar para fazer o teste, se estiver exposto a uma situação de risco?
Para decidir quando fazer o teste, você deve falar com seu médico, sendo que, geralmente, os anticorpos demoram entre 3 semanas e 3 meses em ser detectados, depois da infecção. Ou seja, que, durante esse período de janela imunológica, os exames poderiam sair negativos, mesmo se a pessoa estivesse com o vírus.
Meus pais vão ficar sabendo que fiz o teste?
Os resultados do teste de HIV são confidenciais. Os resultados serão incluídos na sua ficha médica, como qualquer outro resultado de qualquer outro tipo de teste.
Quanto tempo demora o resultado do teste?
Os resultados dos testes tradicionais de HIV, podem demorar uma ou duas semanas. Porém, já existem os testes rápidos em que os resultados podem estar prontos em mais ou menos 20 minutos.
Todos os testes de HIV requerem extração de sangue?
Existem diferentes tipos de teste. Os mais usados requerem extração de sangue, mas também existem outros que se fazem examinando outros fluidos, como a saliva e a urina.
. O Período da Janela Imunológica
É bom saber que, após a infecção, os anticorpos demoram entre 3 semanas e 3 meses, a ser detectados. Por este motivo, durante esse período, chamado período da janela imunológica, os resultados podem dar negativo, mesmo se a pessoa estiver com o vírus. E por isso, se recomenda a repetição do teste, após três meses de feito o primeiro.
O que é o teste de HIV?

Existem diferentes tipos de testes de HIV. O mais utilizado é um exame de sangue que detecta a presença de anticorpos do HIV. A única maneira de saber se alguém contraiu HIV é através de um teste de laboratório; um exame de sangue que detecta a presença de anticorpos do HIV. Este teste se chama ELISA, mas, ao não ser completamente específico para a infecção por HIV, no caso de que saia positivo, seu resultado deve ser confirmado através de outros testes. O mais utilizado é conhecido como Western Blot. Também existem testes orais que usam uma palheta (parecida ao cotonete) para fazer a coleta de células dentro da boca y comprovar a existência de anticorpos do HIV.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Conheça seus Medicamentos












O biovir é a lamivudina/zidovudina, ambas da classe inibidores da transcriptase reversa análogos de nucleosídeos. Já o efavirenz é um inibidor transcriptase reversa não análogo de nucleosídeos. Esses medicamentos agem nas enzimas do vírus, interrompendo a replicação viral na transcriptase reversa.

Como tomar“O biovir, obrigatoriamente, deve ser tomado a cada 12 h (ex: 10 h da manhã e 10h da noite)”, avisa o infectologista e pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz Gustavo Magalhães. O horário pode ser escolhido pelo paciente, desde que seja tomado corretamente. “No caso do efavirenz, deve ser tomado 1 comprimido de 600 mg a cada 24 h. Geralmente, é indicado tomar à noite, porém sempre no mesmo horário”, ressalta Magalhães. Ele também pode ser tomado junto com o comprimido noturno do biovir.

Efeitos colaterais
Importante ressaltar que efeitos colaterais não ocorrem obrigatoriamente com todos os pacientes. Cada pessoa deve analisar seu problema junto com o médico. No caso do biovir, a zidovudina pode provocar anemia e lipoatrofia. A lamivudina é bem tolerada, mas pode provocar cefaléia. O efavirenz provoca mais efeitos no sistema nervoso central, como tonteiras, acentuação da depressão, pesadelos, mudanças de humor e no ritmo de sono etc. Normalmente, esses efeitos podem ocorrer no início do tratamento, mas com o tempo, desaparecem.
“O importante é sempre seguir as recomendações de seu médico e tomar a medicação de forma adequada. Desta maneira, você terá um tratamento seguro e sem dificuldades de adaptação para o seu organismo”, sugere o infectologista. SV

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

“Nós queremos mais”


















Wallace Alcântara*

“Nós poderíamos estar em casa, sentados e tomando os remédios, como outro jovem soropositivo qualquer.
Mas, assim como eu, existem aqueles que não querem somente ficar esperando que os outros lutem por seus
direitos. Nós queremos mais. Queremos, um dia, ser ativistas, daí a importância de irmos a eventos assim,
onde ficamos por dentro dos assuntos e aprendemos diversas coisas. Talvez esses eventos sejam grandes formadores de ativistas. Neles, deixamos de ser protagonistas apenas em nossas cidades e passamos a ser protagonistas no país. Minha meta é poder lutar pelos outros, assim como lutaram por mim.”

domingo, 17 de outubro de 2010

Por Silvani Arruda

Há quase 30 anos nosso país vive e convive com o HIV e a aids. De lá para cá, nem é preciso falar sobre as diferentes fases pelas quais passamos. Do terrorismo aos Direitos Humanos foram anos de luta pelo fim do preconceito, da discriminação e pelo acesso universal aos medicamentos e insumos de prevenção. Mais do que isso, ampliou-se o espaço para a discussão de fantasias e desejos, possibilitando, assim, a desconstrução de normas sociais rígidas que tolhem o direito das pessoas ao prazer.

Quando imaginaríamos, por exemplo, que gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros ocupassem o espaço público tal como acontece nas paradas pela diversidade sexual? Ou que o tema fosse discutido na escola a partir do olhar da igualdade de direitos e do respeito à diferença?

Silvani Arruda é psicóloga e trabalha na área de aids e adolescência há mais de 20 anos

sábado, 27 de março de 2010

25 anos após os testes do primeiro remédio


25 anos após os testes do primeiro remédio para combater a Aids, três portadores do vírus HIV contam como é ter a doença há mais de duas décadas

No princípio, era o fim. Há 25 anos, quando o primeiro medicamento para tratar pacientes com HIV começou a ser testado, o diagnóstico da doença equivalia a uma sentença de morte. Desde que surgiram os primeiros pacientes da epidemia, em 1981, o AZT era a primeira e única esperança para os infectados.

Apesar da boa notícia, perderam-se muitas vidas até que o remédio se tornasse acessível. A distribuição gratuita no Brasil começou em 1991, mas, até meados da década de 90, o tratamento era para poucos.

"Ou o sujeito tinha muito dinheiro e comprava de importadores ou contava com iniciativas isoladas de algumas prefeituras", lembra Esper Kallas, infectologista da USP.

Além disso, o AZT estava longe de ser uma panaceia. A dosagem prescrita na época, o dobro da atual, provocava efeitos colaterais como anemia e intolerância gastrointestinal e deixava de agir após um ano, em média. "Houve grande resistência ao tratamento [por parte dos pacientes]. Na maioria dos casos, nem eu me convenci de seu impacto", afirma o oncologista Drauzio Varella, que tratou alguns dos primeiros doentes de Aids do país.Rosa Alencar, da Coordenação Estadual de DST-Aids, concorda. "O AZT teve um impacto relativo porque não trazia melhora sustentada."

Até o grande salto no combate ao problema, que o colocou no patamar das doenças crônicas em que se encontra hoje, passaram-se dez anos. Em 1995, o desenvolvimento dos primeiros inibidores de protease -drogas que agem em um estágio avançado da multiplicação do vírus nas células de defesa- mudou todos os paradigmas de tratamento. "A evolução foi absolutamente inacreditável", afirma Varella.

Nessa época, o exame de carga viral possibilitou uma avaliação mais acurada da progressão da doença, ajudando a definir o melhor momento de iniciar o tratamento. "Pela primeira vez, conseguimos deixar pessoas com a carga viral indetectável. Muita gente hoje é sobrevivente desses dias", diz Kallas.

No ano seguinte, a lei de acesso universal aos antirretrovirais foi aprovada, alçando o Brasil ao posto de protagonista mundial na luta contra a Aids.

Segundo a Unaids, braço da ONU para o tema, as mortes decorrentes da doença caíram 18% desde o lançamento dos coquetéis, mas a transmissão está longe de ser interrompida.

No Brasil, onde 700 mil pessoas carregam o vírus, menos da metade sabe que é portadora. "Aqui, 16% dos pacientes morrem no primeiro ano porque o diagnóstico está sendo feito tarde", diz Kallas.

Com a ameaça de morte mais distante, os próximos desafios incluem ampliar o diagnóstico e minimizar os efeitos colaterais da medicação.
Se as conquistas nessa área continuarem no rumo certo, mais pessoas poderão viver com o vírus pelos próximos 25 anos ou mais -assim como Hugo Hagström, Valéria Polizzi e José Araújo, que falam de suas vidas com o HIV a seguir.

Não penso no futuro

Desde 1997, quando lançou o livro "Depois Daquela Viagem" (ed. Ática, 279 págs., R$ 32), no qual relata sua experiência como portadora do HIV, Valéria Piassa Polizzi é um nome familiar para adolescentes e adultos que aprenderam com ela os riscos da infecção.

Adotado pelas escolas, o livro teve mais de 300 mil exemplares vendidos e foi traduzido em diversos países. Desde aquela época, a garota que recebeu a notícia de que não viveria mais do que seis meses no auge de sua juventude percorreu o Brasil dando palestras, viajou pelo mundo, casou, separou, escreveu outros dois livros e concluiu uma faculdade.

Aos 39 anos, Valéria convive com o vírus da Aids há 23 -foi contaminada nas primeiras relações sexuais, por um namorado. "Era uma doença de homossexuais masculinos, parecia muito distante da gente, meninas de classe média."

Soube que tinha o HIV por seu pai. "Diziam que vivia dez anos quem tinha muita sorte. A vida foi parando. Fiz três meses de faculdade e larguei. Pensava: "Não vai dar tempo de acabar"."

Pouco depois de voltar de uma viagem aos EUA, Valéria foi internada. O médico que a acompanhava havia indicado a hora de iniciar o tratamento, mas ela saiu do consultório e não voltou mais. ""Para que, se vou morrer de qualquer jeito?", pensava. Eu via o efeito colateral do AZT nas pessoas."

Aos 24 anos, passou um mês no hospital, com tuberculose renal, pela primeira e única vez.Depois de um ano, o médico suspendeu o AZT, que parava de fazer efeito. Nessa época, começou a escrever o livro.

Após um intervalo de quase dois anos sem medicação, o coquetel foi lançado e Valéria voltou a se tratar.

As viagens constantes eram o único plano que ela se permitia fazer. "Não conseguia pensar a longo prazo. Era, no máximo, para o mês que vem."

Quando ela tinha 26 anos, o livro foi publicado. Valéria viajou pelo país inteiro dando palestras e ganhou uma coluna em uma revista voltada para adolescentes.

Alguns anos depois, conheceu o ex-marido, "que era soronegativo e continua sendo", na Nova Zelândia. Depois de ficar três anos na Áustria, onde ele morava, voltaram ao Brasil. "Estava com 33 anos, não morri e não fiz faculdade. Queria estudar e me formei em jornalismo." Agora, dedica-se à pós-graduação em criação literária.

Valéria tem problemas renais e faz exercícios físicos para combater a lipodistrofia, um problema de má distribuição da gordura corporal que também eleva o colesterol e os triglicerídeos. Toma antidepressivos, como a maioria de seus amigos soropositivos.

Com a carga viral indetectável "há muito tempo", ela encara o HIV como doença crônica. "Vida normal que a gente fala é conseguir trabalhar, estudar, mas eu tenho uma doença. Está controlada, mas está aqui."

Mesmo tendo ultrapassado os prognósticos mais favoráveis, Valéria ainda acha difícil fazer planos de longo prazo.

O fim da negação

Em 1985, o cabeleireiro Hugo Hagström tinha 24 anos e uma DST (doença sexualmente transmissível) difícil de curar. Seus amigos que voltavam do exterior traziam notícias da "peste gay". Hugo uniu uma informação a outra e achou prudente fazer o exame. "Disseram que eu tinha mais seis meses de vida. Saí desnorteado e passei três anos tentando negar a doença, porque não tinha sintomas", recorda-se.

Por mais de uma década, viveu à espera da morte, intercalando fases de adesão ao tratamento com outras de abandono, até que essa atitude cobrou seu preço. "Não conseguia me alimentar e entrei em estado terminal, mas, por sorte, foi quando surgiu o coquetel."

Após quatro meses de internação, saiu do hospital sem falar e precisou de um ano para voltar a andar. Um descolamento de retina, causado por citomegalovírus, tirou-lhe parte da visão -até hoje, enxerga muito mal. Nunca mais largou o coquetel e, depois de enfrentar seis anos de efeitos colaterais, como uma diarreia acentuada, vive sem eles.

Também é mais tranquilo em relação à sua condição. "Quase perdi a vida e, depois que a ganhei de volta, vi que o HIV faz parte dela. Não tenho mais vontade nem motivo para negar isso."

Os períodos cíclicos de depressão também se tornaram mais leves. "Redescobri o rumo, o privilégio de poder continuar a viver."

No auge da juventude, Hugo chegou a passar um ano inteiro "assexuado", como diz. Para os parceiros eventuais, não revelou que tinha o vírus. Enquanto a aparência e o estado clínico permitiram, continuou a trabalhar. No fim da década de 90, depois da internação, pediu a aposentadoria.

Entre a doença e o retiro, contou com o apoio financeiro de parentes. "Sou uma exceção daquele tempo, porque as pessoas eram abandonadas pela família, pelo trabalho, e nada disso aconteceu comigo. Meu autopreconceito é que foi muito forte. Eu já era rotulado por ser homossexual, e ser rotulado também de portador de "câncer gay" era demais."

Hugo acha que esse panorama não mudou completamente. "As pessoas que sabem de um heterossexual portador de HIV sempre questionam se, em algum momento, ele não foi homossexual. A orientação sexual sempre permeia pelo lado negativo essa questão."

Na organização onde trabalha voluntariamente há mais de uma década dando apoio a soropositivos, ainda ouve histórias como as de 25 anos atrás. "Tivemos conquistas, mas há hoje um discurso muito mentiroso, porque não pega bem falar que Aids é um nojo. Mas continuo ouvindo relatos de gente que separa copos, que a família manda embora."

O infectologista Esper Kallas faz coro. "Melhorou, mas ainda existe preconceito. A infecção eclodiu principalmente em homens que fazem sexo com homens e em usuários de drogas. Isso trouxe uma reação social muito intensa, que tentamos apagar até hoje."

25 anos sem pisar no hospital

Entre a notificação dos primeiros casos de Aids, em 1981, e o estabelecimento do agente transmissor da doença passaram-se anos. Foi em 1985, nesse cenário de incerteza, medo e preconceito, quando a doença era conhecida por "peste gay" e "câncer gay", que o comerciário José Araújo, então com 28 anos, decidiu fazer o teste.

Certo de que estaria a salvo da doença, um mês depois do exame recebeu a sentença: era soropositivo. "O impacto foi muito forte porque eu estava fora do grupo de risco. O fator principal era ter se relacionado com algum estrangeiro, coisa que eu não tinha feito."

Quando o médico disse que ele tinha dois anos pela frente antes de desenvolver a doença, a sensação foi de alívio. "Para mim, era muito tempo. Saí feliz com a notícia."

Cercados de estigma e preconceitos, muitos soropositivos preferiam não revelar sua condição, a não ser para poucos familiares. "Todo mundo escondia, era um sofrimento muito solitário. Eu me afastei dos amigos porque tinha medo de deixá-los. O medo do preconceito era assustador."

O tempo foi passando e Araújo continuou mantendo segredo de sua condição. "Fiquei cinco anos abstêmio e, depois, voltei a fazer sexo. Mas era sexo com culpa, com medo de transmitir. E de gostar de alguém e isso não dar certo", afirma.

Embora vivesse com boa saúde, a doença parecia sempre à espreita. Em 1990, a aparição pública de Cazuza na fase terminal da doença teve um impacto devastador sobre ele. "Ele foi um carrasco para mim, pois poderia ser eu a qualquer momento e isso era muito duro. Como não conhecíamos ninguém vivendo bem com o HIV, via nele o próximo passo."

Naquela época, começou a fazer parte do GIV - Grupo de Incentivo à Vida, uma associação pioneira de ajuda mútua a pessoas que vivem com o vírus. Foi também no início dos anos 90 que sua família soube de sua doença, pela televisão. "Um programa ia debater a questão e não encontrava portadores para falar. Fui cruel com a minha família: pedi que todos assistissem e disse que ia discutir economia. Foi a forma que achei de falar, mas fui irresponsável", reconhece.

Pouco depois que os exames de carga viral e de contagem de CD4 tornaram-se disponíveis, Araújo começou a tomar o coquetel. Dos nove comprimidos diários de 1998, hoje restam apenas cinco.

Com a morte à espreita, Araújo não investiu na carreira e passou anos vivendo de bicos. Acabou se dedicando, primeiro no GIV, depois na ONG Espaço de Prevenção e Atenção Humanizada, no Campo Limpo, zona sul de São Paulo, a dar apoio a outros portadores. "As pessoas que eu ajudei a cuidar me deram um sopro de vida. Para mim foi fantástico."

Aos 52 anos, prestes a completar 25 anos com o vírus e com a carga viral indetectável há quatro, faz planos como se fosse viver eternamente. "Preciso acreditar nisso, mas vivo intensamente o dia de hoje."

Quem sou EU?

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Ubatuba, Litoral Norte, Brazil
Sou a Silmara, uma pessoa simples, risonha e de bem com a vida! Sou Coordenadora do Blablablá PositHivo, desenvolvido em parceria com a Prefeitura Municipal de Ubatuba, que tem como objetivo levar informações de DST/Aids em escolas e comunidades através do meu depoimento.Como coordenadora de literatura da Fundart criei o Projeto Psiu com a finalidade de descobrir e apoiar novos autores.Fui escritora sobre o Projeto Furnas, em Ubatuba.Tenho 25 crônicas classificadas em Concursos nacionais,inclusive o conto O Menininho Perdido classificado no concurso de Antologia Ponte dos Sonhos, na Alemanha e o poema Brava Gente de Ubatuba em Guadalaraja.Sou autora da cartilha Ambiente Vivo e do livro Flash, Você sabe o que eu tenho? Eu tenho amores, dores,senhores, sabores...Eu tenho atitude.E VOCÊ? Silmara Retti é madrinha do DTPK crew

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