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sábado, 7 de maio de 2011











Na Antiguidade, ninguém saía dizendo por aí que fulano era gay, mesmo que fosse. Por milhares de anos, o amor entre iguais era tão comum que não existia nem o conceito de homossexualidade.

A união civil entre pessoas do mesmo sexo pode parecer algo bastante recente, coisa de gente moderna. Apenas em 1989 a Dinamarca abraçou a causa – foi o primeiro país a fazer isso. Hoje, o casamento gay está amparado na lei de 21 nações. Essa marcha, porém, de nova não tem nada. Sua história retoma um tempo em que não havia necessidade de distinguir o relacionamento entre pessoas do mesmo sexo – para os povos antigos, o conceito de homossexualidade simplesmente não existia.

As tribos das ilhas de Nova Guiné, Fiji e Salomão, no oceano Pacífico, cerca de 10 mil anos atrás já exercitavam algumas formas de homossexualidade ritual. Os melanésios acreditavam que o conhecimento sagrado só poderia ser transmitido por meio do coito entre duplas do mesmo sexo. No rito, um homem travestido representava um espírito dotado de grande alegria – e seus trejeitos não eram muito diferentes dos de um show de drag queens atual.

Um dos mais antigos e importantes conjuntos de leis do mundo, elaborado pelo imperador Hammurabi na antiga Mesopotâmia em cerca de 1750 a.C., contém alguns privilégios que deveriam ser dados aos prostitutos e às prostitutas que participavam dos cultos religiosos. Eles eram sagrados e tinham relações com os homens devotos dentro dos templos da Mesopotâmia, Fenícia, Egito, Sicília e Índia, entre outros lugares. Herdeiras do Código de Hammurabi, as leis hititas chegam a reconhecer uniões entre pessoas do mesmo sexo. E olha que isso foi há mais de 3 mil anos.
Na Grécia e na Roma da Antiguidade, era absolutamente normal um homem mais velho ter relações sexuais com um mais jovem. O filósofo grego Sócrates (469-399), adepto do amor homossexual, pregava que o coito anal era a melhor forma de inspiração – e o sexo heterossexual, por sua vez, servia apenas para procriar. Para a educação dos jovens atenienses, esperava-se que os adolescentes aceitassem a amizade e os laços de amor com homens mais velhos, para absorver suas virtudes e seus conhecimentos de filosofia. Após os 12 anos, desde que o garoto concordasse, transformava-se em um parceiro passivo até por volta dos 18 anos, com a aprovação de sua família. Normalmente, aos 25 tornava-se um homem – e aí esperava-se que assumisse o papel ativo.

Entre os romanos, os ideais amorosos eram equivalentes aos dos gregos. A pederastia (relação entre um homem adulto e um rapaz mais jovem) era encarada como um sentimento puro. No entanto, se a ordem fosse subvertida e um homem mais velho mantivesse relações sexuais com outro, estava estabelecida sua desgraça – os adultos passivos eram encarados com desprezo por toda a sociedade, a ponto de o sujeito ser impedido de exercer cargos públicos.

Boa parte do modo como os povos da Antiguidade encaravam o amor entre pessoas do mesmo sexo pode ser explicada – ou, ao menos, entendida – se levarmos em conta suas crenças. Na mitologia grega, romana ou entre os deuses hindus e babilônios, por exemplo, a homossexualidade existia. Muitos deuses antigos não têm sexo definido. Alguns, como o popularíssimo hindu Ganesh, da fortuna, teriam até mesmo nascido de uma relação entre duas divindades femininas. Não é nada difícil perceber que, na Antiguidade, o sexo não tinha como objetivo exclusivo a procriação. Isso começou a mudar, porém, com o advento do cristianismo.

Sexo para procriar
O judaísmo já pregava que as relações sexuais tinham como único fim a máxima exigida por Deus: “Crescei e multiplicai-vos”. Até o início do século 4, essa idéia, porém, ficou restrita à comunidade judaica e aos poucos cristãos que existiam. Nessa época, o imperador romano Constantino converteu-se à fé cristã – e, na seqüência, o cristianismo tornou-se obrigatório no maior império do mundo. Como o sexo passou a ser encarado apenas como forma de gerar filhos, a homossexualidade virou algo antinatural. Data de 390, do reinado de Teodósio, o Grande, o primeiro registro de um castigo corporal aplicado em gays.
O primeiro texto de lei proibindo sem reservas a homossexualidade foi promulgado mais tarde, em 533, pelo imperador cristão Justiniano. Ele vinculou todas as relações homossexuais ao adultério – para o qual se previa a pena de morte. Mais tarde, em 538 e 544, outras leis obrigavam os homossexuais a arrepender-se de seus pecados e fazer penitência. O nascimento e a expansão do islamismo, a partir do século 7, junto com a força cristã, reforçaram a teoria do sexo para procriação.
Durante muito tempo, até meados do século 14, no entanto, embora a fé condenasse os prazeres da carne, na prática os costumes permaneciam os mesmos. A Igreja viu-se, a partir daí, diante de uma série de crises. Os católicos assistiram horrorizados à conversão ao protestantismo de diversas pessoas após a Reforma de Lutero. E, com o humanismo renascentista, os valores clássicos – e, assim, o gosto dos antigos pela forma masculina – voltaram à tona. Pintores, escritores, dramaturgos e poetas celebravam o amor entre homens. Além disso, entre a nobreza, que costumava ditar moda, a homossexualidade sempre correu solta. E, o mais importante, sem censura alguma – ficaram notórios os casos homossexuais de monarcas como o inglês Ricardo Coração de Leão (1157-1199).

No curto intervalo entre 1347 e 1351, a peste negra assolou a Europa e matou 25 milhões de pessoas. Como ninguém sabia a causa da doença, a especulação ultrapassava os limites da saúde pública e alcançava os costumes. O “pecado” em que viviam os homens passou a ser apontado como a causa dela e de diversas outras catástrofes, como fomes e guerras. Judeus, hereges e sodomitas tornaram-se a causa dos males da sociedade. Não havia outra solução a não ser a erradicação desses grupos. Medidas enérgicas foram tomadas. Em Florença, por exemplo, a sodomia foi proibida em 1432, com a criação dos Ufficiali di Notte (agentes da noite). O resultado? Setenta anos de perseguição aos homens que mantinham relações com outros. Entre 1432 e 1502, mais de 17 mil foram incriminados e 3 mil condenados por sodomia, numa população de 40 mil habitantes.

Leis duras foram estabelecidas em vários outros países europeus. Na Inglaterra, o século 19 começou com o enforcamento de vários cidadãos acusados de sodomia. E, entre 1800 e 1834, 80 homens foram mortos. Apenas em 1861 o país aboliu a pena de morte para os atos de sodomia, substituindo-a por uma pena de dez anos de trabalhos forçados.

Ciência maluca
Outro tratamento nada usual foi destinado tanto à homossexualidade quanto à ninfomania feminina: a lobotomia. Desenvolvida pelo neurocirurgião português António Egas Moniz, que chegou a ganhar o prêmio Nobel de Medicina de 1949 por isso, ela consistia em uma técnica cirúrgica que cortava um pedaço do cérebro dos doentes psiquiátricos, mais precisamente nervos do córtex pré-frontal. Na Suécia, 3 mil gays foram lobotomizados. Na Dinamarca, 3500 – a última cirurgia foi em 1981. Nos Estados Unidos, cidadãos portadores de “disfunções sexuais” lobotomizados chegaram às dezenas de milhares. O tratamento médico era empregado porque a homossexualidade passou a ser vista como uma doença, uma espécie de defeito genético.
A preocupação científica com os gays começou no século 19. A expressão “homossexual” foi criada em 1848, pelo psicólogo alemão Karoly Maria Benkert. Sua definição para o termo: “Além do impulso sexual normal dos homens e das mulheres, a natureza, do seu modo soberano, dotou à nascença certos indivíduos masculinos e femininos do impulso homossexual(...). Esse impulso cria de antemão uma aversão direta ao sexo oposto”. Em 1897, o inglês Havelock Ellis publicou o primeiro livro médico sobre homossexualismo em inglês, Sexual Inversion (“Inversão sexual”, inédito no Brasil). Como muitos da época, ele defendia a idéia de que a homossexualidade era congênita e hereditária. A opinião científica, médica e psiquiátrica vigente era de que a homossexualidade era uma doença resultante de anormalidade genética associada a problemas mentais na família. A teoria, junto das idéias emergentes sobre pureza racial e eugenismo nos anos 1930, torna fácil entender por que a lobotomia foi indicada para os homossexuais.

A situação só começou a mudar no fim do século passado, quando a discussão passou a se libertar de estigmas. Em 1979, a Associação Americana de Psiquiatria finalmente tirou a homossexualidade de sua lista oficial de doenças mentais. Na mesma época, o advento da aids teve um resultado ambíguo para os homossexuais. Embora tenha ressuscitado o preconceito, já que a doença foi associada aos gays a princípio, também fez com que muitos deles viessem à tona, sem medo de mostrar a cara, para reivindicar seus direitos. Durante os anos 80 e 90, a maioria dos países desenvolvidos descriminalizou a homossexualidade e proibiu a discriminação contra gays e lésbicas. Em 2004, o Supremo Tribunal dos Estados Unidos invalidou todas as leis estaduais que ainda proibiam a sodomia.
“Em toda a história e em todo o mundo a homossexualidade tem sido um componente da vida humana”, escreveu William Naphy, diretor do colégio de Teologia, História e Filosofia da Universidade de Aberdeen, Reino Unido, em Born to Be Gay – História da Homossexualidade. “Nesse sentido, não pode ser considerada antinatural ou anormal. Não há dúvida de que a homossexualidade é e sempre foi menos comum do que a heterossexualidade. No entanto, a homossexualidade é claramente uma característica muito real da espécie humana.” Para muitos, ainda hoje sair do armário continua sendo uma questão de tempo. As portas, no entanto, vêm sendo abertas desde a Antiguidade.

Este armário não te pertence
Personalidades que não escondiam suas preferências
O que tinham em comum pessoas como os imperadores Adriano e Nero, o filósofo Sócrates, o artista e inventor Leonardo da Vinci? Todos eles mantiveram relações sexuais com pessoas do mesmo sexo. A homossexualidade experimentou ao longo da história da humanidade diversos altos e baixos. De comportamento absolutamente natural, passou a ser “pecado” e até a ser crime. Aqui, algumas histórias de personalidades que amaram seus iguais.
Alexandre, o Grande
O conquistador Alexandre, o Grande (356-323 a.C.), também foi conquistado. Seu amante era Hefastião, seu braço direito e ocupante de um importante posto no Exército. Quando ele morreu de febre, na volta de uma campanha na Índia, Alexandre caiu em desespero: ficou sem comer e beber por vários dias. Mandou proporcionar a seu amado um funeral majestoso: os preparativos foram tantos que a cerimônia só pôde ser realizada seis meses depois da morte. Alexandre fez questão de dirigir a carruagem fúnebre, decretando luto oficial em seu reino.

Júlio César
O romano Suetônio escreveu em seu As Vidas dos Doze Césares, livro do século 2, sobre os hábitos dos governantes do fim da república e do começo do Império Romano. Dos 12, só um deles, Cláudio, nunca teve relações homossexuais. O mais famoso, Júlio César (100-44 a.C.), teve aos 19 anos um relacionamento com o rei Nicomedes – César era o passivo. Entre todos os romanos, os mais excêntricos foram Calígula (12-41 d.C.) e Nero (37-68). O primeiro obrigava súditos a beijar seu pênis. O segundo teve dois maridos e manteve relações com a própria mãe.

Maria Antonieta

Segundo William Naphy no livro Born to Be Gay, havia um “reconhecimento generalizado da bissexualidade” da rainha da França Maria Antonieta (1755-1793). O escritor inglês Heste Thrale-Piozzi escreveu, em 1789, que a monarca encontrava-se “à cabeça de um grupo de monstros que se conhecem uns aos outros por safistas” – ou seja, lésbicas.


Ricardo Coração de Leão
As aventuras homossexuais do rei inglês Ricardo I (1157-1199) eram notórias na época. Um de seus casos, quando ele ainda era duque de Aquitânia, foi com outro nobre, Filipe II, rei da França. Uma crônica da época afirma: “Comiam os dois todos os dias à mesma mesa e do mesmo prato, e à noite as suas camas não os separavam. E o rei da França amava-o como à própria alma”. Outros monarcas europeus, como Henrique III da França (1551-1589) e Jaime IV da Escócia e I da Inglaterra (1566-1625), também tiveram vários amantes do mesmo sexo.

Oscar Wilde
O dramaturgo inglês (1854-1900) casou-se e teve dois filhos, mas também teve vários casos com homens. A relação mais marcante foi com o lorde Alfred Douglas, com quem mantinha o hábito de procurar jovens operários para o sexo. O pai do amante, o marquês de Queensberry, acusou Wilde de ser sodomita. O escritor processou o nobre por difamação – e arruinou-se. Foram três julgamentos, e o marquês juntara provas de sodomia contra ele. Wilde foi condenado a dois anos de trabalhos forçados. Na prisão, definhou – e morreu pouco tempo após deixar a cadeia.

Amor na ilha de Lesbos
Há muito pouco registro do lesbianismo até o século 18
O historiador romano Plutarco dizia, no século 1, que na cidade grega de Esparta todas as melhores mulheres amavam garotas. Apesar disso, há muito pouco registro sobre o lesbianismo até pelo menos o século 18. Os termos “lesbianismo” e “lésbica”, aliás, têm origem na ilha grega de Lesbos, no mar Egeu, local de nascimento da poetisa Safo (610-580 a.C.) – seu nome originou a palavra “safismo”. Embora os livros de Safo tenham sido queimados por ordem de Gregório de Nazianzus, bispo de Constantinopla, cerca de 200 fragmentos resistiram ao tempo e ao cristianismo. Os poemas revelam uma paixão exuberante ao amor feminino, o que faz crer que a autora tenha partilhado desse sentimento. É impossível, no entanto, afirmar se a autora realmente amou as mulheres que enaltece em seus poemas – ou se era apenas uma questão de estilo. Um dos primeiros códigos legais a fazer menção ao homossexualismo feminino é um francês de 1270. Ele estabelecia que o homem que mantivesse relação homossexual deveria ser castrado e, se reincidente, morto. E também que uma mulher que tivesse relações com outra mulher perderia o “membro” se fosse pega. Que “membro” seria cortado, porém, o código não especifica.


Saiba mais
Livros
Born to Be Gay – História da Homossexualidade, William Naphy, Edições 70, 2006
No livro, o autor faz um profundo estudo da homossexualidade desde a Antiguidade.


por Humberto Rodrigues e Cláudia de Castro Lima

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Chás podem comprometer o tratamento?













Estratégia popularmente utilizada para a prevenção e o tratamento de diversas doenças, o consumo de chás pode comprometer a eficácia da terapia antiretroviral. A interação entre compostos naturais encontrados nestas bebidas e os princípios ativos das drogas anti-aids podem aumentar a ocorrência de efeitos adversos e até inibir a ação dos remédios. Por isso, pacientes em tratamento antiretroviral devem estar atentos à combinação dos medicamentos com outras substâncias e consultar sempre o médico.
“Plantas aparentemente inofensivas podem ser perigosas, sobretudo se consumidas em associação à terapia antiretroviral, que costuma provocar efeitos colaterais. Além disso, como geralmente são comercializados sem fiscalização, os produtos preparados a partir de substâncias naturais, como xaropes ou garrafadas, podem estar contaminados por fungos, bactérias e metais pesados, como chumbo e mercúrio”, alerta a farmacêutica Paloma Michelle de Sales, que durante o mestrado desenvolvido na Universidade de Brasília (UnB) investigou como o uso de plantas medicinais por pacientes soropositivos pode influenciar o tratamento da aids.
Entre as 53 plantas consumidas pelos pacientes e investigadas cientificamente por Paloma, 33 – o equivalente a 62% – mostraram que podem comprometer a eficácia do tratamento.

Atenção também às cápsulas de alho
A mesma dinâmica é estabelecida para o consumo de cápsulas de alho, utilizadas para o controle do colesterol. “Estudos clínicos demonstram que este produto pode reduzir em até 50% o efeito terapêutico do saquinavir, um inibidor de protease”, informa Paloma. A erva-mate, por sua vez, pode promover a excitabilidade do Sistema Nervoso Central e intensificar a produção da secreção gástrica, aumentando a acidez estomacal – desconforto comum entre pacientes em terapia anti-retroviral.

Revista Saber Viver -

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Mãos, pés, pênis...

Nam Cheol Park, um cientista coreano passou 4 meses medindo o pênis de 665 coreanos adultos para chegar a conclusão que não há nenhuma correlação entre o tamanho do pênis e o tamanho das mãos ou dos pés.

Park é um professor de urologia que resolveu fazer esta investigação depois de ler um artigo cientifico que defendia que nos coelhos existia uma relação entre o tamanho do pênis e o tamanho das patas.

Portuguesas caem no conto do satélite







Mulheres acreditam em trote e tiram roupa
para fazer exame à distância
Lisboa. A ciência tem avançado tão rapidamente que algumas pessoas começam a exagerar na credulidade em relação ao alcance da tecnologia. Em sua edição de ontem, o jornal português "Correio da Manhã" disse que dezenas de mulheres de São Bartolomeu de Messines tiraram a parte de cima da roupa em quintais, varandas, janelas e até mesmo na rua para fazer exame de "mamografia via satélite, pelo raio laser".
Em reportagem intitulada "Mamas ao léu", o jornal garantiu que as portuguesas foram convencidas a tirar a roupa por uma mulher que, por telefone, se identificava como médica e elogiava as vantagens da "nova tecnologia de mamografia por satélite". Para que se submetessem ao novo exame, a suposta médica afirmava, segundo o "Correio da Manhã", que elas precisavam apenas ficar "num local visível", de onde o "satélite as pudesse captar". Uma das vítimas disse que chegou a ir para uma colina tirar a parte de cima da roupa.
- Estava perto da estrada e quando passava um carro, escondia-me, para que não pensassem que estava maluca. Uma amiga minha ficou com os seios nus à porta de casa e outras puseram-se à janela - disse a mulher, segundo o jornal.
Ela apresentou à polícia um folheto com desenhos de mulheres com os seios nus distribuído em Messines, anunciando a "mamografia por satélite".
Essa não é a primeira vez que portuguesas caem no trote: há um ano, em Lisboa, mulheres exibiram os seios para fazer a suposta mamografia.

O comprimento de dedo


O mito de que o tamanho do pé de um homem pode ser usado para calcular o comprimento do seu pênis já foi desfeito pelos cientistas. Seguindo a trilha da pesquisa que chegou a essa conclusão, agora um novo estudo afirma que, para ter a resposta, os curiosos devem dar uma espiada no dedo indicador.

De acordo com cientistas gregos, o comprimento do indicador pode prever com precisão o comprimento do pênis. Os resultados foram publicados na edição de setembro da revista científica Urology.

Evangelos Spyropoulos e colaboradores do Hospital Naval e de Veteranos em Atenas, na Grécia, afirmaram ter realizado o atual estudo para reunir mais informações sobre a relação entre as medidas do corpo e o tamanho da genitália masculina. Os cientistas argumentam que esse tipo de informação - bem como uma definição mais clara do que seja "o tamanho normal do pênis" - ajudará os médicos a aconselhar e tratar o grande número de homens preocupados com as suposta inadequação de seus genitais.

"A falta de padronização de dados métricos e a ausência de critérios amplamente aceitos a respeito do tamanho adequado da genitália externa cria grandes dificuldades no aconselhamento e/ou tratamento de jovens com preocupações relativas à inadequação sexual", escrevem os autores.

No atual estudo, Spyropoulos e seus colaboradores mediram o comprimento do pênis e o volume dos testículos de 52 homens jovens e saudáveis com idades entre 19 e 38 anos e compararam os dados com outras medidas corporais, incluindo altura, peso, índice de massa corporal (IMC, que mede a relação entre peso e altura), comprimento do dedo indicador e proporção entre cintura e quadril.

Em vez de medir o pênis ereto de um homem, a equipe mediu o pênis flácido e esticado, que observou estar estatisticamente correlacionado ao comprimento do pênis ereto.

"Idade e medidas corporais não estavam associadas ao tamanho da genitália, excluindo o comprimento do dedo indicador, que apresentou uma correlação significativa com as dimensões do pênis flácido e esticado ao máximo", indica o estudo.

"Percebemos que a população escolhida como objeto foi relativamente inadequada e sugerimos que uma pesquisa mais ampla, com um número significativamente maior de indivíduos, é necessária para confirmar as observações, particularmente a tendência de relação demonstrada entre o comprimento do pênis e o do dedo indicador", concluíram Spyropoulos e colaboradores.


Fonte: http://www.terra.com.br/noticias/popular/2002/10/22/001.htm

Pato com pênis de 42cm





Cientistas descobriram que o pénis do pato-rabo-alçado-argentino tem cerca de 42cm. O estudo saiu na Nature e a história saiu no jornal Público, de Portugal. Ao que parece, este pênis tão grande serve para retirar o semen de outros patos e quanto maior melhor. Também pode acontecer que as patas prefiram os pênis maiores para acasalar. O artigo do Público (http://jornal.publico.pt/2001/09/14/Ciencias/H01.html) tem mais alguns detalhes sobre o método que as aves utilizam para se reproduzir.

Médico descobre máquina de orgasmo










WASHINGTON (Reuters) - Tudo o que ele estava tentando fazer era aliviar a dor nas costas crônica de uma paciente, mas quando Stuart Meloy colocou um eletrodo nas costas dela, ela gemeu. Não de dor, mas de prazer.

"Essa é uma citação direta, ela disse:"você vai ter que ensinar meu marido como fazer isso"", afirmou Meloy, um anestesiologista e especialista em dor em Winston-Salem, Carolina do Norte.

Meloy descobriu um efeito colateral inesperado do aparelho de dor que estava usando ,a capacidade de causar o orgasmo. Ele patenteou esse uso inesperado do aparelho, um estimulador da medula espinhal fabricado pela empresa Medtronic.

Agora, Meloy está tentando negociar com a empresa a comercialização do aparelho para esse novo uso.

Tudo começou com uma operação de rotina de Meloy, que estava tentando ajudar uma paciente com dor nas costas grave e difícil de tratar.

"Ela havia sido submetida a diversas cirurgias nas costas para doença de disco degenerativa e cirurgia de fusão", explicou o anestesiologista.

Meloy estava testando o estimulador da Medtronic para ver se funcionava no caso da paciente.

O cirurgião tem que colocar um eletrodo na espinha do paciente de modo bastante preciso. A idéia é encontrar o feixe nervoso específico que está transmitindo os sinais de dor ao cérebro. De acordo com Meloy, isso exige algum treinamento e às vezes o cirurgião pode machucar o paciente, que vai gemer ou chorar.

Num primeiro momento, foi o que ele pensou que havia acontecido com sua paciente.

"Mas o som que ela fez foi um pouco diferente. Eu perguntei a ela o que havia acontecido", disse o anestesiologista.

Foi quando ela recomendou que ele ensinasse a técnica a seu marido.

O aparelho é implantado abaixo da pele e atua mudando a forma como o paciente percebe a dor.

"Em vez de sentir a dor, ele sente o que a maioria das pessoas descrevem como uma sensação de prazer na área afetada", disse Meloy.

O aparelho pareceu funcionar da mesma forma ao causar o orgasmo na paciente de Meloy.

Mas o anestesiologista espera que esse seja um uso sério do aparelho. Meloy pretende desenvolvê-lo para uso temporário, para treinar novamente a resposta sexual de um paciente, podendo ser usado fora do corpo por um cateter.

Fonte: Yahoo Noticias
Jornal da Tarde
Último segundo

Suor masculino relaxa as mulheres




















Mulheres! Procurando um modo de relaxar? Então tente cheirar um sovaco masculino! Novas pesquisas mostraram que o suor do sovaco acalmou mulheres voluntárias.

O suor também deslocou o ciclo menstrual e tal descoberta pode dar origem a drogas derivadas de transpiração para manipular a fertilidade feminina.

"O sovaco contém feromônioss fisiologicamente ativos" afirmou o químico Georfe Preti do Monell Chemical Senses Center da Filadélfia. Estas substâncias modificadoras do comportamento - que são comuns no mundo animal - podem influenciar o cérebro e portanto nossos corpos sem que percebamos.

Por seis horas as mulheres voluntárias foram expostas a feromônios concentrados de sovacos viris - cuidadosamente mascarados por fragâncias. Os níveis de hormônio luteinizante, uma chave para o ciclo mestrual, foram monitorados.

A exposição ao odor masculino acelerou a chegada do próximo ´rush´ de hormônios, é o que afirma o grupo de pesquisa de Georfe Preti.

As voluntárias também disseram sentir-se menos tensas e mais relaxadas enquanto cheiravam o suor. Ambos efeitos podem ser uma regressão ao impulso primitivo, sugere Preti.

Homens e mulheres das cavernas caçadores-coletores muito ocupados deveriam ter pouco tempo para aproveitar a compania um do outro. O sistema reprodutor da mulher das cavernas pode ter evoluído para estar pronta para seu amado, deslocando os níveis hormonais em resposta a seu cheiro, concorda o pesquisador de feromônios Charles Wysocki, também do centro Monell. "Mulheres podem responder a sinais ambientais para aumentar o sucesso da reprodução", afirma ele.

Mas tudo isso é bastante especulativo, mas a observação do relaxamento das mulheres submetidas ao odor podem também aumentar as chances de reprodução. Uma mulher relaxada é mais facilmente receptiva ao homem, sugere Wysocki.

"Isto apresenta uma dicotomia", diz Ivanka Savic do Karolinska Institute em Estocolmo, que estuda o efeito dos feromônios no cérebro. Um visível lívre arbítrio dos encontros modernos pode estar comprometido pelas nossas necessidades ancestrais. "Nossa biologia é primitiva mas estamos vivendo em um mundo sofisticado", afirma ela.

As descobertas podem ser boas notícias para casais querendo maximizar suas chances de concepção. Uma vez que os feromônios ativos sejam identificados e isolados os pesquisadores podem estar aptos a modificar a produzir uma nova geração de drogas potentes para fertilidade, especula Preti. Nas pesquisas para novas drogas, "pessoas tem procurado em florestas e nos mares," diz ele. "Mas algumas substâncias químicas fisiologicamente ativas podem estar bem embaixo do braço.".

Referência:
Preti, G. et al. Male axillary extracts contain pheromones that affect pulsatile secretion of luteinizing hormone and mood in women recipients. Biology of Reproduction, 68, 2107 - 2103, (2003).


Fonte:
http://www.nature.com/nsu/030527/030527-2.html

Infidelidade tem relação com testículos













Londres - Os homens com testículos grandes têm mais chances de ser infiéis, destacou um estudo médico publicado ontem pela imprensa britânica. "Os rapazes pouco recomendáveis tem os testículos volumosos", resumiu Mark Ferguson, pesquisador da Universidade de Manchester.

As conclusões basearam-se em um estudo realizado com 80 estudantes. As medidas de seus testículos vão de 8 a 52 centímetros cúbicos e o volume médio é de 24,3 centímetros cúbicos. Resultado: os 12 voluntários que admitiram ter sido infiéis tinham todos testículos mais volumosos que a média.

A idéia do estudo partiu da selva: o gorila, que escolhe apenas uma parceira para a vida inteira, tem testículos minúsculos, ao contrário do chimpanzé, um Casanova notório, que é muito bem dotado.


fonte: http://www.jornalismocientifico.com.br/cienciagaiatatestículos.htm

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Ubatuba, Litoral Norte, Brazil
Sou a Silmara, uma pessoa simples, risonha e de bem com a vida! Sou Coordenadora do Blablablá PositHivo, desenvolvido em parceria com a Prefeitura Municipal de Ubatuba, que tem como objetivo levar informações de DST/Aids em escolas e comunidades através do meu depoimento.Como coordenadora de literatura da Fundart criei o Projeto Psiu com a finalidade de descobrir e apoiar novos autores.Fui escritora sobre o Projeto Furnas, em Ubatuba.Tenho 25 crônicas classificadas em Concursos nacionais,inclusive o conto O Menininho Perdido classificado no concurso de Antologia Ponte dos Sonhos, na Alemanha e o poema Brava Gente de Ubatuba em Guadalaraja.Sou autora da cartilha Ambiente Vivo e do livro Flash, Você sabe o que eu tenho? Eu tenho amores, dores,senhores, sabores...Eu tenho atitude.E VOCÊ? Silmara Retti é madrinha do DTPK crew

Camisinha masculina?Como usar.