Mostrando postagens com marcador blablablá feminino. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador blablablá feminino. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Cápsula de óleo reduz sintomas de TPM
























Pesquisadores de Pernambuco mostraram que a substância pode reduzir inchaço, dor de cabeça e irritabilidade
Ácidos graxos agem na produção do regulador do hormônio prolactina, um dos responsáveis pelas alterações

MARIANA VERSOLATO

DE SÃO PAULO

Um aliado para atenuar os sintomas da TPM (tensão pré-menstrual) agora tem comprovação científica. Cápsulas de ácidos graxos essenciais, substâncias da classe das gorduras, podem diminuir cefaleia, dores no seio, inchaço e irritabilidade.

É o que aponta um estudo feito por pesquisadores da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco) e publicado no "Reproductive Health".

As substâncias já eram indicadas para mulheres com TPM, mas, segundo médicos ouvidos pela Folha, sua eficácia não tinha sido provada por estudos confiáveis.

Foram avaliadas 120 mulheres de 16 a 49 anos que, durante seis meses, tomaram pílulas de 1 g ou 2 g de ácidos graxos (como óleo linoleico, ácido oleico e outros ácidos graxos poli-insaturados) ou placebo, com óleo mineral.

Elas foram divididas em grupos de forma aleatória e não sabiam se tomavam as pílulas de óleo ou placebo.

Nesse período, elas tomaram as pílulas por 15 dias a partir da metade do ciclo e preenchiam, diariamente, uma lista com sintomas, aos quais atribuíam notas.

As notas foram comparadas após três meses e, depois, após seis meses do início do teste. Quem tomou a PÍLULA de ácidos graxos teve uma redução nos sintomas físicos e emocionais da TPM.

Os valores foram comparados a uma nota padrão (99). No grupo que tomou a cápsula de 1 g, as notas atribuídas à gravidade dos sintomas foram 58 no terceiro mês e 35 no sexto mês.

O grupo de 2 g relatou melhora ainda mais expressiva.

Segundo Edilberto Rocha, ginecologista do Hospital das Clínicas da UFPE e um dos autores da pesquisa, os ácidos graxos levam à formação do mediador químico prostaglandina E1.

Este, por sua vez, regula a ação do hormônio prolactina, um dos responsáveis pelos sintomas da TPM.

RESSALVAS

Carlos Alberto Petta, professor de ginecologia da Unicamp, afirma que esse é um dos primeiros estudos sérios a respeito da ação dos ácidos graxos na TPM.

"A pesquisa traz uma nova luz a respeito de complementos alimentares que podem resolver os sintomas, ajudar a diminuí-los ou interagir com outros medicamentos."

Mas Petta afirma que faltam trabalhos para medir efeitos a longo prazo.

"Apesar dos méritos do estudo, não acredito que o tratamento possa ser colocado na prática imediatamente e trocar os tratamentos convencionais eficazes", afirmou César Eduardo Fernandes, presidente da Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo.

As cápsulas de ácido graxo são vendidas em farmácias. No entanto, os especialistas alertam para a necessidade da consulta médica antes de tomá-las e lembram que o alívio não é imediato.

"Outras doenças podem causar sintomas semelhantes e exigir tratamentos diferentes", afirma Rocha, um dos autores do estudo.

Além disso, fatores como hereditariedade, sedentarismo e hábitos alimentares também podem estar ligados à TPM. Se a mulher tem sintomas mais leves, uma simples mudança, como reduzir a ingestão de chocolate e café, pode ajudar, diz Petta.

domingo, 4 de julho de 2010

A co-infecção HIV/HPV


















Mulheres portadoras do HIV têm dez vezes mais chance de desenvolver câncer de colo de útero. Um estudo realizado pelo pesquisa dor Howard Strickler, do Albert Einstein College of Medicine, em Nova Iorque (EUA) foi apresentado durante o Simpósio Internacional de Pesquisa em HPV, realizado pela Fiocruz em abril. O resultado revela que há uma relação entre a imuno depressão e o desenvolvimento do HPV em mulheres.
Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), o HPV – Papilomavírus Humano – está presente em 90% dos casos de câncer de colo de útero e é uma das doenças sexualmente transmissíveis de maior incidência e prevalência no mundo: acredita-se que uma em cada cinco mulheres seja portadora do HPV.

Exames preventivos
A ginecologista Sonia Vidigal, do SAE Sagrada Família, em Belo Horizon te/MG, lembra que “o HPV encontrará um campo mais propício nestas pacien tes, principalmente quando a população de leucócitos está deficitária”.
Por ser um vírus que age de forma silenciosa, sem sintomas aparentes, é importante que o profissional de saúde in ten sifique seu sistema de cuidado para o diagnóstico do HPV. O papanicolau, exame que apresenta evidências da infecção, deve ser realizado de seis em seis meses. Se o segundo exame for negativo, passa a ser feito uma vez ao ano. “O ideal seria que as pacientes fossem sub metidas a um exame de Colposcopia, cujo aparelho evidencia com mais deta lhe toda a genitália. Na ausência deste, deve-se fazer o exame ginecológico habitual e encaminhar os casos que apresentem algum resultado alterado”, diz Sonia.
No caso de mulheres soropositivas, ações de prevenção e assistência dependem de uma maior integração entre infectologistas e ginecologistas. “O infectologista vai tentar manter a paciente em equilíbrio entre carga viral e CD4, tratar infecções oportunistas que podem surgir e encaminhar a paciente ao ginecologista para o seu exame preventivo”, afirma a ginecologista.

Vacinas preventivas
Como estratégia de prevenção, as vacinas atualmente disponíveis têm se mostrado efetivas. “Não para todos os tipos virais, mas para os mais prevalentes em nível mundial”, ressalta Sonia.
Existem no mercado dois tipos de vacinas, administradas em três doses. A primeira, a quadrivalente, visa imunizar os vírus denominados de 6 e 11, relacionados com os condilomas; e os vírus 16 e 18, que podem causar o câncer do colo uterino. Já a vacina bivalente protege contra os tipos 16 e o 18. “Esta vacina é preventiva e não curativa, portanto o ideal seria aplicá-la nas meninas entre 13 e 14 anos que ainda não iniciaram a sexualidade”, alerta.
O médico e professor da Universidade Federal Fluminense (UFF), Mauro Romero, ressaltou, durante o II Simpósio Brasileiro de Papilomavirose Hu mana, rea lizado pelo setor de DST da UFF, em Niterói/RJ, que a as vacinas anti-HPV repre sentam uma grande conquista, mas que ainda precisamos avançar em outras temáticas relativas à infecção. “É preciso desmistificar a visão de promiscuidade relacionada ao vírus”, afirma. Por isso a importância de discutir formas de acesso da população às informações sobre o HPV.

HPV no homem
Os homens podem apresentar condilomas (verrugas) no pênis e/ou no ânus. No entanto, são mais visíveis e, portanto, mais fáceis de tratar. “O risco de câncer de pênis é muito pequeno. Mas as verrugas quando presentes e visíveis de vem ser tratadas uma vez que é uma DST”, alerta Sônia. Na região anal, no en tanto, as verrugas são menos aparentes e somente exames de rotina podem identificá-las.

Tratamento não erradica
Em ambos os casos, o tratamento se resume a retirar as verrugas por meio de crioterapia, eletrocoagulação, podofilina, ácido tricloroacético (ATA) ou até por cirurgia, quando necessário. “Nenhuma evidência indica que os tratamentos atualmente disponíveis erradicam ou afetam a história da infecção natural do HPV. O vírus poderá permanecer por muitos anos no estado latente e, após este período, originar novas lesões”, esclarece o manual de HPV do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde. Isto reforça a necessidade de exames fequentes para detectar a presença de condilomas em homens e mulheres, principalmente nas pessoas com baixa imunidade, como os portadores do HIV/aids.

sábado, 19 de dezembro de 2009

Spray promete evitar a ejaculação precoce


Um novo método para combater a ejaculação precoce entrou em fase de testes. Desenvolvido pelo laboratório britânico Plethora, o produto promete diminuir a sensibilidade do pênis para aumentar o período de penetração.

De acordo com o laboratório, mais de 300 homens já utilizaram o spray e 90% deles alegaram ter prolongado o tempo que antecede a ejaculação na relação sexual. O grupo de voluntários que cronometrou o período da transa, antes e depois do uso do spray, sugeriu que o tempo de aumento variou de 30 segundos a quatro minutos.

Os cientistas explicam que o produto, que deve ser espirrado cinco minutos antes da transa, não apresenta nenhum poder quando o assunto é impotência. O método foi desenvolvido apenas para os homens que sofrem de ejaculação precoce.

"Hoje, existem diversos tratamentos para acabar com a ejaculação precoce, como drogas que agem diretamente no cérebro. Mas, podemos afirmar que a grande maioria do casos acontecem por motivos emocionais, como depressão ou estresse", diz o médico Omar Nayef Fakhouri, da Sociedade Brasileira de Urologia.

Vinho tinto aumenta desejo sexual











O poder afrodisíaco do vinho tinto pode ser comprovado depois de uma nova pesquisa realizada pela Universidade de Florença (Itália), que indica que a bebida serve como ativador do desejo sexual feminino. O estudo aconteceu com cerca de 800 mulheres que responderam questões ligadas ao consumo do vinho e à rotina sexual. De acordo com os pesquisadores, as mulheres responderam um questionário com 19 perguntas relacionadas a sua sexualidade e todas foram analisadas como sexualmente saudáveis, sem apresentar problemas como frigidez, por exemplo.

Vinho tinto aumenta desejo sexual da mulher -

O resultado mostrou que aquelas participantes que consumiram uma ou duas taças da bebida por dia apresentam um desejo sexual muito maior do que aquelas que não consumiram nenhuma dose de vinho tinto, de acordo com as respostas do questionário.

Porém, os cientistas afirmam que a qualidade do sexo e a quantidade de orgasmos não apresentaram mudança significativa, mostrando que a bebida influencia somente o desejo da mulher e não os resultados na hora do sexo.

Sexo oral pede proteção redobrada








Os estudos sobre o sexo oral comprovam que a prática é bem vista pelos brasileiros. De acordo com uma pesquisa realizada pelo Projeto de Sexualidade do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, 66,8% dos homens e 63,4% das mulheres admitem realizar a modalidade. Mas será que os brasileiros se protegem na hora do sexo oral? "A prática também pode transmitir todos os tipos de Doenças Sexualmente Transmissiveis (DST)", afirma a ginecologista Rosa Maria Neme.

De acordo com a especialista, de cada 10 mulheres que são atendidas no consultório, 7 confessam que não usam camisinha para fazer sexo oral em seus parceiros. Um dado preocupante devido os riscos que o sexo oral sem proteção pode trazer ao organismo. Doenças como herpes, sífilis e gonorreia podem ser facilmente transmitidas a partir da prática. "Uma pequena área lesada permite a entrada de um vírus. E vale lembrar que pequenos machucados na boca são muito comuns", explica o ginecologista e obstetra Linderman Alves Vieira.

Até mesmo o HIV, vírus causador da Aids, pode ser transmitido através do sexo oral, embora as chances de contaminação sejam menores do que quando ocorre a penetração. "O pH da boca (neutro e-ou levemente ácido) e o contato somente com a superfície do pênis ou da vagina diminuem os riscos de contágio. Mas, mesmo apesar de pequeno, o perigo existe", diz a ginecologista Maria Rosa Neme.

Proteção na mulher
Os ginecologistas são taxativos ao dizer que a proteção da vagina para a prática do sexo oral é totalmente deficiente. "No caso das mulheres o problema é maior, porque não existe nenhum amparo específico, como há a camisinha masculina, para a prática do sexo oral", diz a ginecologista Rosa Maria Neme.

Mas existe algum jeito de se proteger? "Mesmo a camisinha feminina não vai proteger, então, a dica é utilizar o papel filme (o mesmo usado na cozinha para embalar alimentos) para cobrir a vagina e não existir o contato direto da boca com a pele", diz a especialista. "O papel deve fazer a cobertura de toda a região da vagina. A boca só pode entrar em contato com o plástico, e não com a vulva", ressalta.

Outra dica da ginecologista é usar a camisinha masculina como escudo. "Cortar a camisinha ao meio e colocá-la sob a vulva pode ser uma alternativa. O lado positivo é que elas apresentam sabores e até texturas diferenciadas, fatores que favorecem a utilização", diz.

Proteção no homem
Os problemas são menores quando o sexo oral é realizado no homem, pois a camisinha apresenta uma proteção bastante eficiente. "O preservativo impede que a boca entre em contato direto com o pênis, oferecendo a proteção necessária", diz o ginecologista Linderman Alves Vieira.

Mas, vale lembrar que a camisinha deve ser usada para todas as variações da relação sexual . "Existem pessoas que só colocam a camisinha no meio da prática do sexo oral, hábito que anula a proteção. Ela deve ser colocada logo que o sexo passar das preliminares", afirma o especialista.

Os riscos que envolvem o sêmen
O contato do sêmen com a boca pode transmitir doenças como a gonorréia. "Se existir alguma lesão na boca, a contaminação das DSTs podem acontecer. O contágio pode ocorrer mesmo quando o esperma não é engolido", afirma a ginecologista Rosa Maria Neme.

Higiene em dia
A falta de higienização das partes íntimas sugere um risco de contaminação ainda maior. "Quando o parceiro não apresenta nenhuma contaminação de doenças, como herpes ou sífilis, mas não prioriza a higienização, as doenças também podem aparecer. Infecções por fungos e bactérias, que causam corrimentos e coceiras, são as principais preocupações", diz Linderman Alves Vieira.
Sexo oral

Mistura segura e saborosa
Quem procura sexo oral com sabor, deve dar atenção para produtos específicos para a prática, em geral antialérgicos, que garantem o prazer sem prejuízos. Utilizar alimentos como leite condensado, chantily, mel, entre outros elementos gastronômicos, pode causar irritações e alergias nos órgãos genitais.

Camisinha de língua
Há produtos à venda no mercado, conhecidos como camisinha de língua, mas o aparato não tem função de proteger, e sim a de funcionar como um estímulo para a hora do sexo oral, já que possui textura, sabor e até massageador, "O produto protege apenas a região da língua, deixando o resto da boca vulnerável", explica a ginecologista.

"Toda relação sexual apresenta riscos, o que podemos frisar é que a proteção precisa existir"

Prática consciente
Mesmo com tantas considerações, os especialistas afirmam que a prática do sexo oral não precisa ser abolida da rotina. "Toda relação sexual apresenta riscos, o que podemos frisar é que a proteção precisa existir. O sexo com penetração, por exemplo, apresenta diversos riscos de contaminação, mas se realizado com consciência tem os perigos eliminados", afirma Linderman.

Orgasmo feminino na masturbação














Na hora da relação sexual, atingir o orgasmo ainda é uma grande dificuldade para boa parte das mulheres. Dados da Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo apontam que 18,2% das brasileiras recebem o diagnóstico de anorgasmia (ausência de orgasmo) e 5,2% de inibição sexual generalizada, que aponta para problemas de excitação durante as relações sexuais.

Mas, por que chegar ao clímax é assim tão complicado? De acordo com a terapeuta sexual Tânia das Graças Mauadie Santana, coordenadora do Centro de Referência e Especialização em Sexologia (Cresex), o que mais acarreta problemas é o lado psicológico da mulher. "A grande maioria dos diagnósticos de distúrbios sexuais é de natureza psicológica, social ou cultural. Somente 13% das pacientes têm problemas de natureza orgânica, como alterações hormonais ou distúrbios originados por alguma doença", explica.
Orgasmo

A falta do orgasmo faz muitas mulheres acreditarem que são frígidas pelo fato de não chegarem ao orgasmo. Mas nem sempre é esse o motivo, já que a frigidez se caracteriza quando a mulher não apresenta nenhum desejo sexual. "Na realidade, ela não chega ao orgasmo porque não tem vontade alguma de fazer sexo. Outra característica do problema é a falta de lubrificação vaginal", diz o ginecologista.

Chegando lá
Ter paciência e conhecer o próprio corpo pode ser um grande passo para conseguir alcançar o clímax. "As mulheres, em geral, apresentam uma demora maior quando o assunto é chegar ao orgasmo, isso é fisiológico", explica o ginecologista e obstetra Edilson Ogeda, do Hospital Samaritano. "Os homens são mais rápidos, mas a relação sexual vai muito além da penetração, que normalmente é o que leva ao orgasmo masculino", diz ele. "Todo o preparo prévio, seja o clima romântico, as preliminares ou as carícias são fundamentais para que as mulheres cheguem ao orgasmo com mais facilidade", diz ele. Mas não é só isso.
Orgasmo

Muitas vezes, pequenas atitudes podem agilizar o processo. A consultora de RH, Renata, diz que só resolveu o problema depois de reconhecer o que a fazia sentir prazer. "Namorava há mais de dois anos e nunca tinha chegado ao orgasmo. Então, resolvi procurar ajuda de um especialista, que sugeriu que eu me tocasse para conhecer melhor meu corpo, além de conversar abertamente com meu namorado. Segui seus conselhos e consegui me soltar mais na cama, e, consequentemente, o orgasmo apareceu", diz.

Outras alternativas
Para facilitar a chegada ao orgasmo, é preciso conhecer o corpo feminino, e isso vale tanto para os homens quanto para as próprias mulheres. A masturbação é uma aliada, quando o assunto é chegar ao clímax, e a mulher pode usar o artifício em diversas ocasiões. "A mulher pode se masturbar sozinha, seja para reconhecer o corpo ou para sentir prazer, mas também pode usar o método durante as relações sexuais para provocar a excitação", diz o especialista.

"A mulher pode se masturbar sozinha, mas também pode usar o método durante as relações sexuais"

Dicas para atingir o orgasmo com mais facilidade
- Converse com o seu parceiro

- Não se prenda só ao orgasmo, aproveite as preliminares

- Toque seu próprio corpo

- Fale o que você deseja na hora do sexo

- Esqueça os problemas e aproveite o momento

Como reconhecer que você teve um orgasmo
- Podem acontecer contrações involuntárias da plataforma orgástica (parte externa da vagina)

- O clitóris fica ereto e sensível ao toque

- Os lábios vaginais ficam inchados e podem ficar mais escuros

- A respiração, a pressão sanguínea e os batimentos cardíacos aumentam

- Perde-se o controle muscular voluntário, podendo ocorrer diversas contrações de músculos, do rosto, braços e pernas

- Segundos depois do orgasmo, pode aparecer uma sensação de relaxamento e tranquilidade

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

A saúde geral e bucal da mulher



Há uma relação entre minha saúde bucal e minha saúde geral?
No caso das mulheres, um número cada vez maior de estudos relaciona as enfermidades gengivais com uma variedade de problemas que afetam a saúde da mulher. Como a gengivite é uma infecção causada por bactérias, estas podem entrar na corrente sangüínea e tornar-se causa de outras complicações:

Problemas Cardíacos: Indivíduos com gengivite correm um risco maior de ter problemas cardíacos, com o dobro de possibilidade de sofrerem ataques fatais.
Derrame: Um estudo revelou a existência de uma relação causal entre infecções bucais e risco de derrame ou também conhecido como acidente vascular cerebral (AVC).(1)
Diabetes: Os diabéticos são mais propensos a terem gengivite e nestes indivíduos é mais difícil controlar o açúcar no sangue. A gengivite pode ser um fator de risco para o diabético, mesmo em indivíduos com açúcar controlado.(2)
Problemas respiratórios: Bactérias que se desenvolvem na cavidade bucal podem chegar até os pulmões e causar doenças das vias respiratórias, tal como a pneumonia, especialmente em pessoas que têm gengivite.(3)
Resultados da gestação: As gestantes com gengivite podem estar mais propensas a partos prematuros ou terem bebês de menor peso ao nascer. A gengivite também pode aumentar o nível dos líquidos biológicos que estimulam o parto.(3)
Como a gengivite em geral não dói, muitas mulheres só notam que têm o problema quando este já está em estado avançado. A melhor defesa é a cuidadosa higiene bucal diária com uma boa escovação e o uso de fio dental, e as consultas regulares com seu dentista.

Os requisitos relacionados à saúde bucal mudam com o passar do tempo?
A mulher tem necessidades especiais relacionadas à saúde bucal nas diversas fases da vida. As mudanças nos níveis de hormônio que ocorrem na puberdade, seguidas da menstruação, gravidez e menopausa tornam as gengivas mais sensíveis à placa bacteriana. Nessas etapas da vida, as mulheres não podem esquecer de escovar e usar fio dental todos os dias, para evitar a gengivite.

Outras informações importantes:

Menstruação ? Algumas mulheres notam que sua gengiva incha e sangra antes da menstruação. Outras têm aftas ou inflamações da mucosa bucal. Estes sintomas geralmente desaparecem no início da menstruação.
Contraceptivos orais ? A inflamação da gengiva é um dos efeitos colaterais mais comuns dos contraceptivos orais.
Gravidez ? Estudos mostram que muitas mulheres grávidas têm gengivite quando a placa bacteriana se forma sobre os dentes e irrita a gengiva. Os sintomas são gengivas avermelhadas, inflamadas e com sangramento. O cuidado pré-natal é sempre extremamente importante.
Menopausa ? Os sintomas bucais experimentados durante este estágio na vida de uma mulher são gengiva avermelhada ou inflamada, desconforto, sensação de ardência, sensação de alteração do paladar e boca seca.
Osteoporose ? Várias pesquisas sugerem a existência de uma relação entre a osteoporose e a perda óssea nos maxilares. Os pesquisadores sugerem que isto pode levar à perda de dentes por causa da provável diminuição da densidade dos ossos onde os dentes estão inseridos. Juntamente com a osteoporose, a doença periodontal acelera o processo de perda de estrutura óssea ao redor dos dentes.


(1) The American Academy of Periodontology [Academia Americana de Periodontologia], 5 de junho de 2000. (2) The American Academy of Periodotonlogy [Academia Americana de Periodontología],

domingo, 9 de agosto de 2009

Marcos das Conquistas das Mulheres














1788 - o político e filósofo francês Condorcet reivindica direitos de participação política, emprego e educação para as mulheres.

1840 - Lucrécia Mott luta pela igualdade de direitos para mulheres e negros dos Estados Unidos.

1859 - surge na Rússia, na cidade de São Petersburgo, um movimento de luta pelos direitos das mulheres.

1862 - durante as eleições municipais, as mulheres podem votar pela primeira vez na Suécia.

1865 - na Alemanha, Louise Otto, cria a Associação Geral das Mulheres Alemãs.

1866 - No Reino Unido, o economista John S. Mill escreve exigindo o direito de voto para as mulheres inglesas

1869 - é criada nos Estados Unidos a Associação Nacional para o Sufrágio das Mulheres

1870 - Na França, as mulheres passam a ter acesso aos cursos de Medicina.

1874 - criada no Japão a primeira escola normal para moças

1878 - criada na Rússia uma Universidade Feminina

1901 - o deputado francês René Viviani defende o direito de voto das mulheres

História do 8 de março



















No Dia 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, situada na cidade norte americana de Nova Iorque, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como, redução na carga diária de trabalho para dez horas (as fábricas exigiam 16 horas de trabalho diário), equiparação de salários com os homens (as mulheres chegavam a receber até um terço do salário de um homem, para executar o mesmo tipo de trabalho) e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho.

A manifestação foi reprimida com total violência. As mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas, num ato totalmente desumano.

Porém, somente no ano de 1910, durante uma conferência na Dinamarca, ficou decidido que o 8 de março passaria a ser o "Dia Internacional da Mulher", em homenagem as mulheres que morreram na fábrica em 1857. Mas somente no ano de 1975, através de um decreto, a data foi oficializada pela ONU (Organização das Nações Unidas).

Objetivo da Data

Ao ser criada esta data, não se pretendia apenas comemorar. Na maioria dos países, realizam-se conferências, debates e reuniões cujo objetivo é discutir o papel da mulher na sociedade atual. O esforço é para tentar diminuir e, quem sabe um dia terminar, com o preconceito e a desvalorização da mulher. Mesmo com todos os avanços, elas ainda sofrem, em muitos locais, com salários baixos, violência masculina, jornada excessiva de trabalho e desvantagens na carreira profissional. Muito foi conquistado, mas muito ainda há para ser modificado nesta história.



Conquistas das Mulheres Brasileiras

Podemos dizer que o dia 24 de fevereiro de 1932 foi um marco na história da mulher brasileira. Nesta data foi instituído o voto feminino. As mulheres conquistavam, depois de muitos anos de reivindicações e discussões, o direito de votar e serem eleitas para cargos no executivo e legislativo.

sábado, 8 de agosto de 2009

Lei Maria da Penha

A Lei de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher foi sancionada pelo presidente Lula, dia 7 de agosto de 2007, e recebeu o nome de Lei Maria da Penha Maia. “Essa mulher renasceu das cinzas para se transformar em um símbolo da luta contra a violência doméstica no nosso país”, afirmou o presidente.A Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres colocou à disposição um número de telefone para denunciar a violência doméstica e orientar o atendimento. O número é o 180, que recebe três mil ligações por dia.

Maria da Penha Maia

A biofarmacêutica Maria da Penha Maia lutou durante 20 anos para ver seu agressor condenado. Ela virou símbolo contra a violência doméstica.
Em 1983, o marido de Maria da Penha Maia, o professor universitário Marco Antonio Herredia, tentou matá-la duas vezes. Na primeira vez, deu um tiro e ela ficou paraplégica. Na segunda, tentou eletrocutá-la. Na ocasião, ela tinha 38 anos e três filhas, entre 6 e 2 anos de idade.
A investigação começou em junho do mesmo ano, mas a denúncia só foi apresentada ao Ministério Público Estadual em setembro de 1984. Oito anos depois, Herredia foi condenado a oito anos de prisão, mas usou de recursos jurídicos para protelar o cumprimento da pena.
O caso chegou à Comissão Interamericana dos Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA), que acatou, pela primeira vez, a denúncia de um crime de violência doméstica. Herredia foi preso em 28 de outubro de 2002 e cumpriu dois anos de prisão. Hoje, está em liberdade.
Após às tentativas de homicídio, Maria da Penha Maia começou a atuar em movimentos sociais contra violência e impunidade e hoje é coordenadora de Estudos, Pesquisas e Publicações da Associação de Parentes e Amigos de Vítimas de Violência (APAVV) no seu estado, o Ceará.
Ela comemorou a aprovação da lei. "Eu acho que a sociedade estava aguardando essa lei. A mulher não tem mais vergonha [de denunciar]. Ela não tinha condição de denunciar e se atendida na preservação da sua vida", lembrou. Maria da Penha recomenda que a mulher denuncie a partir da primeira agressão. "Não adianta conviver. Porque a cada dia essa agressão vai aumentar e terminar em assassinato."

Quatro agressões por minuto

Dentre as formas de violência mais comuns destacam-se a agressão física mais branda, sob a forma de tapas e empurrões, sofrida por 20% das mulheres; a violência psíquica de xingamentos, com ofensa à conduta moral da mulher, vivida por 18%, e a ameaça através de coisas quebradas, roupas rasgadas, objetos atirados e outras formas indiretas de agressão, vivida por 15%.

Juizados especiais

A Lei Maria da Penha estipula a criação, pelos tribunais de Justiça dos estados e do Distrito Federal, de um juizado especial de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher para dar mais agilidade aos processos.
Além disso, as investigações serão mais detalhadas, com depoimentos também de testemunhas. O crime de violência doméstica era considerado de “menor potencial ofensivo” e julgado nos juizados especiais criminais junto com causas como briga de vizinho e acidente de trânsito.

“O Poder Judiciário, por meio do Conselho Nacional de Justiça, tem a intenção de fazer recomendar a todos os judiciários estaduais, que são autônomos e independentes, a criação dos juizados especiais que cuidam da violência doméstica”.

Prisão em flagrante
O Brasil triplicou a pena para agressões domésticas contra mulheres e aumentou os mecanismos de proteção das vítimas. A Lei Maria da Penha aumentou de um para três anos o tempo máximo de prisão – o mínimo foi reduzido de seis meses para três meses.

A nova lei altera o Código Penal e permite que agressores sejam presos em flagrante ou tenham a prisão preventiva decretada. Também acaba com as penas pecuniárias, aquelas em que o réu é condenado a pagar cestas básicas ou multas. Altera ainda a Lei de Execuções Penais para permitir que o juiz determine o comparecimento obrigatório do agressor a programas de recuperação e reeducação.

A lei também traz uma série de medidas para proteger a mulher agredida, que está em situação de agressão ou cuja vida corre riscos. Entre elas, a saída do agressor de casa, a proteção dos filhos e o direito de a mulher reaver seus bens e cancelar procurações feitas em nome do agressor. A violência psicológica passa a ser caracterizada também como violência doméstica.

A mulher poderá também ficar seis meses afastada do trabalho sem perder o emprego se for constatada a necessidade de manutenção de sua integridade física ou psicológica.
O Brasil passa a ser o 18.º da América latina a contar com uma lei específica para os casos de violência doméstica e familiar contra a mulher, que fica assim definida: qualquer ação ou omissão baseada no gênero que lhe cause morte, lesão, sofrimento físico, sexual ou psicológico e dano moral ou patrimonial. O texto define as formas de violência vividas por mulheres no cotidiano: física, psicológica, sexual, patrimonial e moral.

Lei Maria da Penha

















A Lei de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher foi sancionada pelo presidente Lula, dia 7 de agosto de 2007, e recebeu o nome de Lei Maria da Penha Maia. “Essa mulher renasceu das cinzas para se transformar em um símbolo da luta contra a violência doméstica no nosso país”, afirmou o presidente.A Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres colocou à disposição um número de telefone para denunciar a violência doméstica e orientar o atendimento. O número é o 180, que recebe três mil ligações por dia.

Maria da Penha Maia

A biofarmacêutica Maria da Penha Maia lutou durante 20 anos para ver seu agressor condenado. Ela virou símbolo contra a violência doméstica.
Em 1983, o marido de Maria da Penha Maia, o professor universitário Marco Antonio Herredia, tentou matá-la duas vezes. Na primeira vez, deu um tiro e ela ficou paraplégica. Na segunda, tentou eletrocutá-la. Na ocasião, ela tinha 38 anos e três filhas, entre 6 e 2 anos de idade.
A investigação começou em junho do mesmo ano, mas a denúncia só foi apresentada ao Ministério Público Estadual em setembro de 1984. Oito anos depois, Herredia foi condenado a oito anos de prisão, mas usou de recursos jurídicos para protelar o cumprimento da pena.
O caso chegou à Comissão Interamericana dos Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA), que acatou, pela primeira vez, a denúncia de um crime de violência doméstica. Herredia foi preso em 28 de outubro de 2002 e cumpriu dois anos de prisão. Hoje, está em liberdade.
Após às tentativas de homicídio, Maria da Penha Maia começou a atuar em movimentos sociais contra violência e impunidade e hoje é coordenadora de Estudos, Pesquisas e Publicações da Associação de Parentes e Amigos de Vítimas de Violência (APAVV) no seu estado, o Ceará.
Ela comemorou a aprovação da lei. "Eu acho que a sociedade estava aguardando essa lei. A mulher não tem mais vergonha [de denunciar]. Ela não tinha condição de denunciar e se atendida na preservação da sua vida", lembrou. Maria da Penha recomenda que a mulher denuncie a partir da primeira agressão. "Não adianta conviver. Porque a cada dia essa agressão vai aumentar e terminar em assassinato."

Quatro agressões por minuto

Dentre as formas de violência mais comuns destacam-se a agressão física mais branda, sob a forma de tapas e empurrões, sofrida por 20% das mulheres; a violência psíquica de xingamentos, com ofensa à conduta moral da mulher, vivida por 18%, e a ameaça através de coisas quebradas, roupas rasgadas, objetos atirados e outras formas indiretas de agressão, vivida por 15%.

Juizados especiais

A Lei Maria da Penha estipula a criação, pelos tribunais de Justiça dos estados e do Distrito Federal, de um juizado especial de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher para dar mais agilidade aos processos.
Além disso, as investigações serão mais detalhadas, com depoimentos também de testemunhas. O crime de violência doméstica era considerado de “menor potencial ofensivo” e julgado nos juizados especiais criminais junto com causas como briga de vizinho e acidente de trânsito.

Prisão em flagrante

O Brasil triplicou a pena para agressões domésticas contra mulheres e aumentou os mecanismos de proteção das vítimas. A Lei Maria da Penha aumentou de um para três anos o tempo máximo de prisão – o mínimo foi reduzido de seis meses para três meses.

A nova lei altera o Código Penal e permite que agressores sejam presos em flagrante ou tenham a prisão preventiva decretada. Também acaba com as penas pecuniárias, aquelas em que o réu é condenado a pagar cestas básicas ou multas. Altera ainda a Lei de Execuções Penais para permitir que o juiz determine o comparecimento obrigatório do agressor a programas de recuperação e reeducação.

A lei também traz uma série de medidas para proteger a mulher agredida, que está em situação de agressão ou cuja vida corre riscos. Entre elas, a saída do agressor de casa, a proteção dos filhos e o direito de a mulher reaver seus bens e cancelar procurações feitas em nome do agressor. A violência psicológica passa a ser caracterizada também como violência doméstica.

A mulher poderá também ficar seis meses afastada do trabalho sem perder o emprego se for constatada a necessidade de manutenção de sua integridade física ou psicológica.
O Brasil passa a ser o 18.º da América latina a contar com uma lei específica para os casos de violência doméstica e familiar contra a mulher, que fica assim definida: qualquer ação ou omissão baseada no gênero que lhe cause morte, lesão, sofrimento físico, sexual ou psicológico e dano moral ou patrimonial. O texto define as formas de violência vividas por mulheres no cotidiano: física, psicológica, sexual, patrimonial e moral.

sábado, 16 de maio de 2009

Pele seca.O que fazer?

Uma reclamação constante entre as portadoras do HIV é o ressecamento da pele. Quem faz terapia anti-retroviral costuma sofrer ainda mais com isso, principalmente aqueles que tomam o medicamento indinavir. O dermatologista Márcio Serra tem algumas sugestões fáceis e baratas que podem amenizar esse problema. De qualquer modo, não deixe de consultar seu médico, caso o ressecamento não melhore.
Veja as dicas:
1. Evite banhos muito quentes e prolongados.
2. Não use sabonete em excesso e prefira os neutros, à base de glicerina.
3. Antes do banho, passe em todo o corpo um óleo de cozinha, como o óleo de girassol.
4. Depois do banho, hidrate o corpo com óleos minerais (ex: Nujol) ou óleos vegetais (ex: óleo de amêndoas).

Eu tenho direito de engravidar


Você tem direito de engravidar, sim! Não há juridicamente nenhum impedimento neste sentido. A mulher é livre para decidir o momento e as condições adequadas para engravidar sem que a lei influa sobre esta decisão. É importante que você pense em sua saúde e na de seu parceiro e converse com o seu médico sobre o momento mais adequado para engravidar. Hoje, com a evolução do tratamento, podemos contar com alternativas muito seguras para a mãe e seu bebê desde o momento da concepção até o nascimento para evitar que ele se contamine.Você deve exercitar conscientemente o seu direito reprodutivo. Os profissionais de saúde devem orientá-la e acompanhá-la durante todo o período de sua gravidez e parto.

Patrícia Rios
Advogada do Grupo Pela Vidda Niterói

Fonte: Revista Saber Viver -

FILHOS NA HORA CERTA


Todas nós sabemos que o uso do preservativo é fundamental nas relações sexuais. A camisinha, masculina ou feminina, é uma grande aliada da saúde das mulheres soropositivas e de seus parceiros. Além de proteger contra a infecção pelo HIV, a camisinha previne outras doenças transmitidas pelo sexo, muitas vezes difíceis de curar quando se é soropositivo. Quando os dois são portadores do HIV, a camisinha evita que ocorra troca de vírus, o que pode acarretar no aumento de carga viral, novas infecções e resistência a medicamentos contra a aids. Há ainda um outro ponto que não deve ser esquecido: usar camisinha evita a gravidez.Camisinha e pílula segurança em dobro
Muitos casais que querem evitar filhos se sentem mais seguros associando o preservativo a outro método contraceptivo, principalmente a pílula. Essa é a atitude ideal para prevenir uma gravidez indesejada. As mulheres que tomam anti-retrovirais precisam conversar antes com seus médicos, pois a pílula anticoncepcional pode interferir na ação do anti-retroviral e vice-versa.

Fonte: Revista Saber Viver

O papel da mulher na nossa sociedade


O papel social da mulher, como cuidadora da família, e o medo de revelar que é soropositiva ao parceiro são fatores que podem afetar negativamente sua saúde. Freqüentemente a mulher prioriza o cuidado da família em detrimento ao seu próprio cuidado. É certo que ainda é preciso avançar muito no conhecimento sobre as questões relacionadas à repercussão da infecção pelo HIV nas mulheres, e a pesquisa nesse campo precisa ser estimulada. No entanto, o conhecimento disponível já deixa claro que ações de prevenção e assistência só serão realmente eficazes com a melhora da posição das mulheres na sociedade e com uma maior sensibilidade dos profissionais de saúde em relação às questões de gênero específicas.

Fonte: Revista Saber Viver -

Ciclo menstrual inconstante



Uma das queixas mais comuns entre as mulheres soropositivas é a irregularidade no ciclo menstrual. No entanto, em diversas pesquisas realizadas não foram encontradas diferenças significativas nos ciclos menstruais de mulheres infectadas e não infectadas pelo HIV. Em mulheres com doenças muito avançadas, a interrupção da menstruação costuma ser mais freqüente, principalmente quando existe uma grande perda de peso.

Lesões no colo do útero


Pesquisas já comprovaram que as lesões que podem dar origem ao câncer de colo de útero são mais freqüentes entre as mulheres soropositivas. Essas lesões são causadas pelo vírus papiloma humano (HPV). Diante disso, alguns cuidados essenciais devem ser tomados. Assim que a mulher recebe o exame positivo para o HIV, ela deve fazer o exame papanicolau (chamado de preventivo). Esse exame detecta não apenas o câncer de colo de útero, mas também as lesões iniciais que podem evoluir para este tipo de câncer. Essas lesões, se tratadas adequadamente, não evoluem e a mulher não desenvolve o câncer. Se no seu exame estiver tudo bem, ele deverá ser repetido após 6 meses. Se o segundo exame também não detectar nenhuma lesão, essa mulher deverá voltar a repeti-lo apenas uma vez ao ano.
Agora, se alguma lesão for descoberta, ela deve realizar o exame chamado colposcopia, que verifica a gravidade do problema. É importante destacar que ter uma lesão causada pelo HPV não significa ter câncer de colo de útero. Significa que essa mulher precisará passar por um tratamento para evitar que a lesão se transforme em algo mais grave. Em sua tese de doutorado, a infectologista Beatriz Grinsztejn, da Fiocruz/RJ, verificou que as mulheres com CD4 abaixo de 200 têm mais probabilidade de desenvolver lesões no colo do útero. Nesses casos, mesmo com o exame de papanicolau normal, elas precisarão fazer uma colposcopia para se certificar que está tudo bem.

domingo, 10 de maio de 2009

Orgasmo na menopausa



Algumas mulheres experimentam uma melhora da vida sexual e de seu desejo com a parada do ciclo menstrual, pois não precisam mais temer a gravidez indesejada e geralmente não têm mais filhos pequenos que atrapalhem o sono ou que ocupem muito sua atenção ao longo do dia. Logo, é uma questão na qual o peso cultural tem grande influência.

Com a perda da produção de alguns hormônios na menopausa, a mulher fica com menos lubrificação vaginal, devendo ter maior cuidado durante o ato sexual. Quando a vagina fica seca, o atrito do pênis pode machucá-la, como também ao seu parceiro, além de poder provocar algumas infecções (vulvovaginites). O uso de cremes lubrificantes é aconselhável, bem como a possibilidade de reposição hormonal. Um outro fenômeno que ocorre é a perda da gordura localizada nos grandes lábios, fazendo com que a vagina diminua de tamanho e esteja mais propensa a sofrer dor no coito.

A fantasia deve ser muito utilizada para despertar maior prazer no ato.

O orgasmo da mulher menopáusica pode ser muito intenso, pois as terminações nervosas estão muito mais à flor da pele, literalmente falando, pois, como assinalado acima, a capa de gordura da região da vulva está diminuída.

Muitas mulheres experimentam um reflorescimento da vida sexual.


É NÓISSSSSSSSSSSSSSSS!

Quem sou EU?

Minha foto
Ubatuba, Litoral Norte, Brazil
Sou a Silmara, uma pessoa simples, risonha e de bem com a vida! Sou Coordenadora do Blablablá PositHivo, desenvolvido em parceria com a Prefeitura Municipal de Ubatuba, que tem como objetivo levar informações de DST/Aids em escolas e comunidades através do meu depoimento.Como coordenadora de literatura da Fundart criei o Projeto Psiu com a finalidade de descobrir e apoiar novos autores.Fui escritora sobre o Projeto Furnas, em Ubatuba.Tenho 25 crônicas classificadas em Concursos nacionais,inclusive o conto O Menininho Perdido classificado no concurso de Antologia Ponte dos Sonhos, na Alemanha e o poema Brava Gente de Ubatuba em Guadalaraja.Sou autora da cartilha Ambiente Vivo e do livro Flash, Você sabe o que eu tenho? Eu tenho amores, dores,senhores, sabores...Eu tenho atitude.E VOCÊ? Silmara Retti é madrinha do DTPK crew

Camisinha masculina?Como usar.