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sábado, 7 de maio de 2011

Quem mantiver relação sexual sem camisinha e suspeitar que o parceiro possa ter o vírus da aids poderá tomar antirretrovirais na rede do Sistema Único de Saúde (SUS). Essa é uma das recomendações de um documento do Ministério da Saúde para orientar médicos e profissionais de saúde em casos de risco de infecção pelo vírus HIV.
De acordo com documento lançado pelo Departamento de Doenças Sexualmente Transmissíveis, Aids e Hepatites Virais, a aplicação dos medicamentos antiaids é um procedimento para situações excepcionais, como, por exemplo, quando a camisinha se rompe durante a relação sexual e um dos parceiros não sabe se tem a doença.

O pós-coquetel antiaids já é usado nos casos de violência sexual. A pessoa deve procurar os serviços de Atendimento Especializado (SAE) ou a emergência para receber os remédios, até 72 horas após a relação sexual. O paciente deverá passar pelo teste de aids 30 dias depois do ocorrido.

O documento traz ainda orientações para os médicos lidarem com um casal soropositivo ou no caso de um dos parceiros ser portador da doença e o casal querer ter filhos. De 2008 a 2009, 6 mil mulheres com aids ficaram grávidas no Brasil. O objetivo é adotar medidas para reduzir o risco de infecção do outro parceiro e a transmissão do vírus de mãe para filho. O casal pode optar pelo método natural ou inseminação artificial.

Caso você tenha um primeiro resultado positivo, você terá direito de fazer uma segunda coleta de sangue para confirmação do diagnóstico de soropositividade. Se sua primeira testagem for negativa, e não estando no período de janela imunológica, ou seja, caso não tenha praticado ou sofrido comportamento de risco até UM MÊS antes do teste, você, provavelmente, não está infectado, mas só uma segunda coleta confirmatória lhe dará maior certeza.

Se você recebe um resultado negativo significa que você não entrou em contato com o HIV, desde que tenha adotado corretamente as medidas preventivas para o ato sexual e/ou para outras situações de potenciais riscos: uso de drogas, recepção de sangue, por exemplo. Caso tenha adotado ou sofrido comportamento de risco, mesmo com o resultado negativo, você pode estar em período de janela imunológica: quando o corpo ainda está produzindo anticorpos contra o HIV que não estão em quantidade suficiente para serem detectados pelo teste. Além disso, o resultado do teste, sendo negativo, não significa que você é imune ao vírus, portanto, continue se protegendo da infecção por HIV.

Após duas coletas de sangue, o resultado positivo, conclusivo, indica que você possui anticorpos contra o HIV e está infectado. Um profissional lhe dará o resultado e informará a você onde conseguir serviços de saúde e apoio emocional.

Receber o resultado positivo não significa que você tem AIDS. Muitas pessoas que recebem o resultado positivo do teste anti-HIV vivem bem e com boa saúde por anos e nem todos os recém- diagnosticados necessitam começar imediatamente o tratamento anti-HIV (terapia anti-retroviral). Lembre-se de que a AIDS é uma doença de evolução demorada e também um processo lento cuja progressão para a morte é marcada por uma série de doenças, denominadas infecções oportunistas.

O teste anti-HIV Testagem Anônima
Você pode e tem o direito de fazer o teste anti-HIV de forma anônima e gratuita e o ideal é que faça um primeiro teste para certificar-se de sua sorologia. Para a realização do teste gratuito, existem os centros de testagem e aconselhamento (CTA). Os centros de testagem e aconselhamento têm como objetivo atender todo e qualquer cidadão com dúvidas em relação a sua condição sorológica para o HIV. Tais centros são unidades de saúde que oferecem o diagnóstico sorológico da infecção pelo HIV, de forma gratuita, atendendo a demanda tanto espontânea quanto provocada. O sigilo e o aconselhamento pré e pós-teste são oferecidos nestas unidades que podem contar com médicos, enfermeiros, assistentes sociais e psicólogos que acompanham a pessoa antes e depois da testagem.

Na primeira coleta de sangue, dois tipos de testagem são realizados: ELISA 1 e ELISA 2. Já na segunda coleta, para confirmação de resultado positivo anterior, realiza-se mais dois tipos de testagem, desta vez, o “Western Blot” e a “Imunofluorescência”. Após duas coletas com resultados positivos, o que confirma um diagnóstico de infecção por HIV, ou duas coletas com resultados negativos, você não poderá ficar indo sempre ao centro de testagem quantas vezes quiser para acreditar no resultado positivo ou no negativo. Pois, o segundo resultado positivo na segunda coleta confirma o diagnóstico e o segundo resultado negativo também na segunda coleta confirma a não infecção. Então, o ideal e correto, é você passar a se prevenir, de modo a não ficar recorrendo sempre aos testes que são anônimos e gratuitos.

Leia mais O teste anti-HIV Onde fazer o teste anti-HIV?
Você pode solicitar o teste anti-HIV no consultório de seu médico, mas também pode ser realizado sem prescrição médica em diversos serviços de saúde pública e nos centros de testagem e aconselhamento (CTA). Aqui no Brasil, você pode saber os locais de testagem anônima e gratuita navegando pelo site do Ministério da Saúde: . Clique em prevenção, depois em teste de AIDS, ou faça uma busca com a palavra CTA.

O resultado do teste nos serviços públicos, em média, está disponível entre três e quatro semanas após a coleta de sangue. Na rede particular o tempo é menor. O teste anti-HIV mais comum é o exame de sangue. Entretanto, já existem novos testes que podem detectar anticorpos contra o HIV, na saliva e na urina (testes rápidos). Mas estes testes não estão disponíveis no Brasil para a população em geral.

O teste anti-HIV O que é o teste de HIV (anti-HIV)?

O teste anti-HIV indica se a pessoa está infectada, ou não, com o vírus da imunodeficiência humana, que causa a AIDS. Este teste detecta os anticorpos contra o HIV que são produzidos pelo nosso corpo. Os anticorpos são proteínas produzidas pelo nosso sistema imunológico (de defesa) na luta contra um germe (microorganismo) específico.

O teste anti-HIV .c!

sábado, 19 de dezembro de 2009

SAÚDE SEXUAL














Os números são alarmantes. Uma pesquisa recente realizada pelo Ministério da Saúde sugere que mais de 10,3 milhões de brasileiros já tiveram algum sinal ou sintoma de uma doença sexualmente transmissível (DST). Desse total, cerca de 18% dos homens e 11,4% das mulheres não buscaram atendimento médico. "É importante ressaltar que os problemas causados pelas DSTs podem aumentar em até 18 vezes as chances de contrair o vírus da Aids (HIV)", diz a ginecologista Rosa Maria Leme. "Existem diversas doenças, como a herpes, por exemplo, que apresentam sintomas que logo desaparecem, mas o vírus continua presente. Por isso é importante ficar sempre atento." Mas será que todos os sinais do corpo podem sinalizar uma DST? Para você entender mais sobre o assunto, o MinhaVida destacou abaixo as principais características que acendem o sinal vermelho e pedem uma consulta de emergência com o seu ginecologista .

Secreção vaginal ou corrimento


A especialista explica que pequenas secreções claras e sem cheiro, até uma semana antes da menstruação, são normais. O problema é quando o sintoma persiste. "Qualquer secreção vaginal mais amarelada, verde, pink ou até mesmo a branca, quando em grande quantidade, pode sinalizar algum problema de infecção ou até alguma DST, como a gonorreia. A mulher precisa ficar atenta, principalmente quando ela nunca apresentou nenhum sinal de corrimento", explica a especialista.

Verrugas genitais

Elas funcionam como um alerta do corpo e precisam de exames específicos para serem analisadas. "O aparecimento de pequenas verrugas (externas ou internas) serve como um sinal vermelho para algumas doenças, como o HPV, que na mulher aumenta muito as chances de câncer de colo de útero", explica a ginecologista.

Cheiro forte

Ao perceber um cheiro forte não característico, na região da vagina, busque um especialista. "O odor ruim pode estar totalmente ligado a uma bactéria e a uma infecção. O quadro pode gerar pus, que altera o odor normal da região e, em alguns casos, pode causar ardência e irritação", diz Rosa Maria Leme.

Coceira

Normalmente a coceira não está relacionada a nenhuma DST, mas precisa de atenção especial. "Em geral, esse problema está ligado à infecção por um fungo chamado cândida, que além da coceira, vem acompanhado de corrimento. Mas vale lembrar que a coceira também pode estar relacionada a outras infecções genitais menos frequentes ou até menos ao chato (uma espécie de piolho, que se instala na região pubiana)".

Dor durante a relação sexual

Dores durante o sexo também podem sinalizar que algo não anda bem. "Principalmente nas mulheres que apresentam feridas internas na maioria dos casos de DST, a dor durante a penetração pode ser preocupante. Sinais como forte ardência e incômodo indicam que algo não vai bem e uma visita ao médico precisa ser agendada ", explica a especialista.

Grupo de risco

As mulheres que estão no grupo de risco das DSTs precisam de cuidados ainda maiores. "Mulheres com muitos parceiros sexuais ou que não usam métodos contraceptivos de barreira, como a camisinha, precisam de uma consulta urgente com um especialista, pois além de estarem colocando a saúde em risco, estão ameaçando a de seus parceiros", alerta Rosa Maria Leme.

Visite o ginecologista

Para afastar o risco de doenças, a consulta com o especialista e a realização de exames preventivos é essencial. "Toda mulher que já tiver tido relação sexual, deve obrigatoriamente passar por uma consulta ginecológica anual para realização de exames de rotina ginecológica e para prevenção de câncer de colo uterino, como exames hormonais e ultrassom para checar útero e ovários".

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Se você é soropositivo














- discuta com seu médico sobre o tratamento
- Certifique-se de que seu médico mantém-se atualizado a respeito de novos tratamentos disponíveis.
- Procure seu médico quando tiver um novo ou persistente sintoma.
- Sempre que notar uma mudança nas funções do corpo que causem preocupação, discuta a respeito com seu médico.
- Entre em contato com instituições locais de suporte a AIDS. Seu médico deve ser capaz de ajudá-lo a encontrar uma.


Se você é soro positivo, deve:
- praticar sexo seguro: evite dividir secreções sexuais e sangue de qualquer maneira.
- Peça para seus parceiros sexuais fazerem o teste do HIV
- diga ao seu médico que você é soro positivo

Acrescentando:

- Não divida agulhas para o uso de drogas, tatuagens, ou aplicação de piercings corporais
- Evite engravidar
- Não doe sangue, plasma, sêmen, ou partes do corpo.

Como manter-se atualizado a respeito dos tratamentos para infecção do HIV?

As pesquisas continuam aumentando o conhecimento do vírus da imunodeficiência humana. Como resultado disso, tratamentos recomendados têm mudado muitas vezes. Estar a par destas mudanças pode ser difícil e frustrante. Você pode procurar manter-se atualizado com a ajuda do seu médico que deverá sempre estar a par das mudanças que possivelmente ocorrerão.

sábado, 15 de agosto de 2009

Tudo sobre AIDS...












O que é HIV e AIDS?
HIV é a abreviação usada para o vírus humano da imunodeficiência. HIV é o vírus que causa AIDS (síndrome da imunodeficiência adquirida), uma doença mortal.

HIV ataca o sistema imunológico do corpo. Normalmente, o sistema imunológico produz células de sangue e anticorpos que atacam vírus e bactérias. As células que atacam a infecção são chamadas linfócitos T. Meses ou anos após a pessoa ser infectada com HIV, o vírus destrói os linfócitos T.

Quando as células T são destruídas, o sistema imunológico não pode defender por muito tempo o corpo contra doenças e tumores. Várias infecções chamadas de infecções oportunistas se desenvolvem. Elas são chamadas desta maneira porque tiram proveito do da fraqueza do sistema imunológico. Estas infecções normalmente não causariam problemas graves ou fatais.

No entanto, devido à AIDS, estas infecções eventualmente causam a morte porque o corpo não consegue defender-se, e acaba por ser atacado por infecções oportunistas e/ou por tumores.

Como isto ocorre?

O vírus da AIDS não se espalha pelo ar, pela comida, ou por contato social casual como um aperto de mão ou abraço. É transmitido somente por contato direto e/ou troca de sangue ou fluidos corporais de uma pessoa infectada com os de outra pessoa. Esta mistura pode ocorrer:

- durante atividade sexual sem proteção
- ao dividir agulhas
- através de mãe infectada com HIV
- transfusão de sangue

Quais são os sintomas?

Os sintomas da infecção por HIV (AIDS) são normalmente sintomas de doenças que atacam o corpo por causa do enfraquecimento do sistema imunológico:

- febre que dura de dias a um mês, sem nenhuma outra doença presente e sem outra causa aparente
- períodos prolongados de calafrios e suores
- fadiga crônica e interminável
- perda de peso e apetite, especialmente perda de mais de 10% do peso corporal, sem nenhuma doença ou condição presente
- dor crônica dos músculos e juntas sem nenhuma razão
- dor de garganta persistente sem explicação
- inchaço dos nódulos linfáticos prolongado e sem explicação
- diarréia, especialmente se durar mais que um mês e sem nenhuma outra doença presente
- infecções reincidentes, graves de fermentação na boca ou vagina mesmo com tratamento apropriado
- herpes que duram mais que 4 semanas

As doenças oportunistas que mais freqüentemente atacam alguém com AIDS incluem SARCOMA, pneumonia, tuberculose, meningite, e herpes.

Como é diagnosticado?

O teste ELISA é o primeiro exame de sangue feito para verificar se a pessoa está infectada com HIV. Se este teste der positivo, outro teste mais específico, normalmente teste WESTERN BLOT, é feito para confirmar os resultados.

Uma vez confirmado os resultados dos exames HIV, você deve passar por um exame médico no qual será questionado sobre seu passado médico e sintomas, caso haja.

O médico fará exame físico completo e procurará saber seus hábitos sexuais, padrões de comportamento, como uso de drogas injetáveis, transfusões sangüíneas, ou se possui histórico de doenças sexualmente transmissíveis.

Os resultados dos exames físicos e laboratoriais darão a seu médico a linha base de comparação para saber se desenvolverá sintomas mais tarde. Também é necessário proteger-se de certas infecções, como a tuberculose (TB), sífilis e hepatite B, que podem fazer com que piore rapidamente ou camufle um sério risco para os outros. Mulheres HIV positivo devem fazer um exame de Papa Nicolau (Pap Smear) de acordo com o cronograma recomendado por seu médico (normalmente a cada 6 a 12 meses).

Como proceder o tratamento?

Seu tratamento inclui:

- Testes laboratoriais para verificar o funcionamento do sistema imunológico, a quantidade de HIV presente no sangue e para constatar a provável presença de infecções ou outros problemas médicos.
- Tratamento antiviral, como as drogas zivodine (também chamado ZDV ou AZT), didanosine (ddi),lamivudine(3 TC), e nunca inibidores protease.
- Exames dentários regulares por que pessoas que são HIV positivo tem um alto índice de anormalidade bucal, incluindo doença da gengiva.
- Tratamentos preventivos para doenças como:
- Pneumocystis carinil pneumonia (PCP)
- tuberculose
- toxaplasmose(evite carne crua e caixas de areia de gatos)
- tétano
- hepatite B
- pneumococcus
- resfriados
- tratamentos para infecções oportunistas e tumores a medida que se desenvolvem.

A contagem do linfócito CD4 é um teste laboratorial muito importante. As células CD4 são do tipo glóbulos brancos. Eles são os melhores indicadores de como está funcionando o sistema imunológico da pessoa HIV positivo. Se a primeira contagem das células CD4 é maior que 60 por microlitro de sangue, o teste deve ser repetido a cada 6 meses.

O teste de carga viral mede a quantidade de HIV no seu sangue. Níveis acima de 10.000 viral copies por mililitro de sangue são considerados alto e normalmente requerem tratamento imediato.

A contagem CD4 e o teste de carga viral são os critérios mais comuns para decidir quando começar o tratamento com as drogas anti-vírus e anti-pneumonia Zivodine 9AZT0 que é prescrito quando a contagem do CD4 cai abaixo de 500 ou a carga viral é maior que 10.000. AZT é ainda a droga mais administrada na maioria dos casos. Seu médico pode prescrever didanosine(ddi) ou dideoxycytidine (ddc). Também é comum começar o tratamento com duas ou mais drogas, como AZT e lamivudine (3TC).

Drogas como AZT, ddi, e os novos inibidores de protease são muitas vezes prescritos para pessoas em ambos estágios (inicial ou avançado) da infecção HIV pois podem retardar o começo da doença, embora não promova a cura. Muitas outras drogas e combinações de drogas têm sido prescritas ou investigadas.

O tratamento com drogas para prevenir Pneumocystis carinil deve ser iniciado quando a contagem do CD4 é menor que 200. Pode ser iniciado antes, se tiver histórico de PCP anterior.


Em quanto tempo aparecerão os primeiros efeitos?
Os efeitos completos da AIDS podem não aparecer em 5 ou 10 anos após ter sido infectado com o vírus. AIDS é uma doença fatal, no entanto a expectativa de vida tem aumentado com o contínuo desenvolvimento dos novos tratamentos.

Cuidados que devem ser tomados?
Pergunte a qualquer novo parceiro sexual sobre a vida sexual dele ou dela. Homens homossexuais e bissexuais devem tomar cuidado e praticar o sexo seguro. Usar preservativo, e procurar fazer o teste de HIV.

Se tiver comportamento de risco, mas em seus exames obteve resultados negativos para presença de HIV, vá ao médico regularmente.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Tem vacina de todo o jeito!



















Você não se lembra, mas quando era neném, você era o maior "rato de posto de saúde"! É que a maior parte das vacinas é aplicada quando a gente ainda é bem pequeno. Tanto que, assim que nasce, o bebê ganha logo uma carteirinha de vacinação, para ajudar os pais e médicos a controlar direitinho a imunização dos pequeninos.

BCG
A palmada do médico, o calor do colo da mamãe e a picada da BCG: essas foram as três primeiras coisas que você sentiu na vida. Todas as crianças tomam a BGC quando ainda estão no berçário! E é superimportante, porque é essa vacina que vai deixar você protegido contra a tuberculose. A BCG a gente só toma essa única vez, mas a danada fica com a gente por um montão de tempo. É que a picada dessa vacina costuma virar um machucado, que dura de 8 a dez semanas. E se você der uma olhada no seu braço agora, vai ver que a marca da BCG ainda está lá!

HEPATITE B
Quem causa a hepatite B é um vírus que não tem bem um nome, e é conhecido como HbsAg. Além de proteger contra uma doença bem grave, a vacina contra hepatite B também é muito importante por outra coisa: é que essa doença, além de ser contagiosa, tem a mania de ficar "disfarçada" no organismo por algum tempo antes de se manifestar. Ou seja, uma pessoa infectada pode transmitir para várias outras sem saber! Por isso, não dá para não tomar essa vacina!

VOP (VACINA ORAL CONTRA PÓLIO)
A VOP é aplicada de forma oral, o que quer dizer que, na hora de tomar essa vacina, você só precisou colocar a língua para fora e deixar o médico pingar um punhado de gotinhas nela.
Essas gotinhas deixaram você protegido contra uma das doenças mais terríveis que existem: a poliomielite, que também é chamada de paralisia infantil. Pelo nome, já deu para sacar que as vítimas preferidas do poliovírus selvagem (o causador da pólio) são os pequeninos! E por muito tempo, as crianças brasileiras sofreram por causa dessa doença.

Mas em 1994 o Brasil recebeu um certificado que deixou muito feliz: o Certificado Internacional de Erradicação da Transmissão Autóctone do Poliovírus Selvagem. Esses palavrões todos aí querem dizer que não existe mais nenhuma criança com paralisia infantil no nosso país!

HIB
Hib é um nome mais curto para a Haemophilus influenzae tipo b, uma bactéria que pode fazer a gente pegar meningite.


SRC (TRÍPLICE VIRAL)
Depois de um merecido descanso de 6 meses, lá foi você no colo da mamãe de volta para o posto de saúde. Dessa vez, para tomar uma vacina "três em um", a tríplice viral. E, de uma picada só, ela deixou você protegido contra três doenças: o sarampo, a caxumba e a rubéola!



DTP
O nome dela é DTP, mas todo mundo conhece essa vacina como tríplice. Ou melhor, como tríplice bacteriana, porque existe uma tríplice contra vírus também.

E ela ganhou esse "apelido" porque protege nosso corpo contra três doenças: a difteria, o tétano e a coqueluche.

Sistema Imunológico















Uma hora você está ótimo e pouco depois... ai, que moleza. Você começa a suar e ao mesmo tempo tremer, como se estivesse fazendo frio. Você foi capturado: é a febre.

Sempre que tem alguma coisa errada com nosso corpo, nossa temperatura aumenta. E isso pode acontecer de uma hora para outra. Como pode uma mudança tão rápida?

É que nós não estamos sozinhos no mundo. Além dos outros seres que nós vemos, como os cães , as árvores e as minhocas, há outros muito pequenos, tão pequenos que é impossível vê-los. Eles se chamam bactérias e vírus.


Muitos deles atacam nosso corpo. Ainda bem que temos nossos guardiões, nossos protetores. Eles formam o sistema imunológico.

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O poder da vacina















As vacinas têm um modo interessante de nos defender contra vírus e bactérias perigosos. Alguns invasores, já enfraquecidos, são introduzidos no nosso sangue. Que loucura! Na verdade, é um modo de estimular a produção dos nossos próprios anticorpos contra uma doença específica.

Cada vírus ou bactéria pode causar uma doença diferente: existe o vírus do sarampo, o da gripe, a bactéria que causa a raiva nos bichos e pode passar para a gente. Do mesmo modo, produzimos anticorpos diferentes para cada invasor.

Vamos ver, por exemplo, a vacina contra sarampo. É injetado nas pessoas o vírus que causa esta doença, mas ele já está fraquinho. Ao notar esse corpo estranho no sangue, os glóbulos brancos vão produzir anticorpos, que destruirão o vírus, e ficarão sempre preparados para quando ele aparecer de novo. Às vezes, pelo resto da vida.

É como andar de bicicleta, quem aprendeu não esquece mais. Assim, quando a doença causada por esse invasor chegar, dificilmente vai conseguir se instalar no nosso corpo. Já vai encontrar anticorpos treinadíssimos para exterminá-la.

Tipos de Sangue











Sangue também tem seu tipo!

O sangue de todas as pessoas é vermelho, mas isso não quer dizer que ele é igual para todo mundo, né! Em 1901, o austríaco Karl Landsteiner provou que existiam diferenças nos glóbulos vermelhos do sangue (as hemácias). Foi ele quem descobriu que o sangue humano é dividido em quatro tipos principais: A, B, O e AB. Com essa descoberta, Karl ganhou o Prêmio Nobel de Medicina no dia 12 de dezembro de 1930.

Para quem precisa fazer transfusão de sangue, a descoberta de Karl foi superimportante: não se pode misturar sangue de qualquer jeito. Quem possui sangue do grupo A, pode receber sangue dos tipos A e O. Os do grupo B, podem receber B e O. Já os do grupo AB são grandes sortudos: eles podem receber sangue de qualquer grupo. O contrário acontece com os do grupo O, que só podem receber do próprio tipo. Mas a história não acaba aí, não!



Você é universal?

Além dos grupos sangüíneos, para identificar melhor o nosso tipo de sangue é preciso saber qual é o fator Rh dele. Esse fator foi descoberto em 1940 por Landsteiner e Wiener, e recebeu esse nome porque as experiências foram feitas com o macaco do gênero Rhesus.

O Rh pode ser positivo ou negativo. Então, se alguém diz que seu tipo de sangue é AB+, ele quer dizer que você tem sangue do tipo AB com fator Rh+. Mas, se o seu sangue é O-, isso quer dizer que você tem sangue do tipo O com fator Rh-.

Um indivíduo com tipo de sangue O- é chamado de doador universal, porque ele pode doar seu sangue para qualquer pessoa. Já o indivíduo com tipo de sangue AB+ é chamado de receptor universal porque ele pode receber sangue de qualquer pessoa.

Tipos de Sangue

Sangue também tem seu tipo!

O sangue de todas as pessoas é vermelho, mas isso não quer dizer que ele é igual para todo mundo, né! Em 1901, o austríaco Karl Landsteiner provou que existiam diferenças nos glóbulos vermelhos do sangue (as hemácias). Foi ele quem descobriu que o sangue humano é dividido em quatro tipos principais: A, B, O e AB. Com essa descoberta, Karl ganhou o Prêmio Nobel de Medicina no dia 12 de dezembro de 1930.

Para quem precisa fazer transfusão de sangue, a descoberta de Karl foi superimportante: não se pode misturar sangue de qualquer jeito. Quem possui sangue do grupo A, pode receber sangue dos tipos A e O. Os do grupo B, podem receber B e O. Já os do grupo AB são grandes sortudos: eles podem receber sangue de qualquer grupo. O contrário acontece com os do grupo O, que só podem receber do próprio tipo. Mas a história não acaba aí, não!



Você é universal?

Além dos grupos sangüíneos, para identificar melhor o nosso tipo de sangue é preciso saber qual é o fator Rh dele. Esse fator foi descoberto em 1940 por Landsteiner e Wiener, e recebeu esse nome porque as experiências foram feitas com o macaco do gênero Rhesus.

O Rh pode ser positivo ou negativo. Então, se alguém diz que seu tipo de sangue é AB+, ele quer dizer que você tem sangue do tipo AB com fator Rh+. Mas, se o seu sangue é O-, isso quer dizer que você tem sangue do tipo O com fator Rh-.

Um indivíduo com tipo de sangue O- é chamado de doador universal, porque ele pode doar seu sangue para qualquer pessoa. Já o indivíduo com tipo de sangue AB+ é chamado de receptor universal porque ele pode receber sangue de qualquer pessoa.

O que é um vírus?

Um "não o sei o quê" muito chato

É um bicho? É uma planta? É uma bactéria? Nada disso: é um vírus, uma criaturinha tão estranha que, coitadinho, não pode nem ser chamado de ser vivo...Os vírus são tão "singulares" que não se encaixam em nenhum dos cinco reinos em que estão divididos os seres vivos do nosso planeta - Monera, que são as bactérias; Protista, onde "reinam" as algas, Fungi, o reino dos fungos; Plantae, que são as plantas e Animalia que somos nós, os animais.


Mas...o que é que os vírus têm de tão diferente? Bom, para começo de conversa eles são acelulares, ou seja, não são "feitos" de células. "Grande coisa...", você pode estar pensando, mas é uma grande coisa mesmo: as células são o "material" básico para se construir seres vivos! Das minúsculas bactérias aos gigantescos elefantes, tudo que é vivo na Terra é feito de células!

E do que é que são feitos então os vírus?

Um vírus parece um "micropresentinho malvado". Micro porque ele é muito pequeninho, e a gente só consegue enxergá-lo usando um microscópio eletrônico. Presentinho porque essa criatura não passa de um tipo de "papel de embrulho" em que estão guardados os ácidos nucléicos. Mas vamos explicar isso melhor: o tal do "embrulho" do vírus é chamado de capsídeo. Ele é feito de proteínas, e serve para guardar os ácidos nucléicos. Em alguns vírus, o capsídio é mais sabido e serve também para "reconhecer" as células nas quais ele quer se hospedar.

E esses ácidos nucléicos, o que é que são? Ora bolas, são o DNA e o RNA, o "ingrediente" principal dos nossos genes...e dos vírus também. Mas, enquanto os seres vivos têm tanto o RNA quanto o DNA, os vírus só podem escolher um deles: ou DNA, ou RNA, nunca os dois ao mesmo tempo. E é esse material genético que permite que o "presentinho" faça as suas maldades por aí...

Os vírus em ação!

Os cientistas dizem que os vírus são "parasitas intracelulares obrigatórios". Esse "palavrão" quer dizer que os vírus só conseguem viver quando estão morando dentro de uma célula. Mas, espera aí: como é que eles podem "viver" se não são seres vivos? É justamente aí que fica a maior esquisitice dos vírus. Quando estão fora das células, eles não tem nenhuma atividade: não se movem, não se reproduzem, não se alimentam e nem respiram. Essa forma "catatônica" dos vírus é chamada de vírion.

Mas quando um vírion dá de cara com uma célula...a coisa muda de figura. Rapidinho ele se enfia dentro da pobre célula e, hospedado na coitadinha, o vírion vira vírus e começa a se comportar como um ser vivo!

O problema é que o vírus não é um hóspede nem um pouco educado: quando entra na célula, ele "hipnotiza" a infeliz e faz com que ela comece a fazer só o que o malvado vírus manda. E sabe o que ele obriga a célula "anfitrã" a fazer? Novos vírus! É isso aí, a célula vira uma fábrica de vírus funcionando a todo vapor! Em 20 minutos, a "escrava" já fabricou centenas de novos vírus!

E, se por acaso essa célula estiver no seu corpo...você fica logo doente! As doenças causadas por vírus vão de uma simples gripe até a AIDS, que é fatal.

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quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Teste Western blot

















Se o segundo ELISA apresentar novamente um resultado positivo então, é efetuado um outro teste mais sensível denominado "Western blot" . Se o "Western blot" for positivo, testa-se uma segunda amostra de sangue com o mesmo teste. Um indivíduo é considerado "soropositivo" apenas quando todos estes testes tiverem resultados positivos. Os resultados de falso positivo são extremamente raros (cerca de 1 em cada 20 000 testes).

Uma vez que o sistema imunitário necessita de algum tempo para produzir anticorpos em quantidades que possam ser detectadas, este teste pode não resultar imediatamente após a ocorrência da infecção. Como tal, um indivíduo que efectue um teste de HIV durante este período pode ter resultados negativos mesmo que esteja infectado. Chama-se a isto um resultado falso negativo. São necessárias cerca de 6 a 12 semanas após a exposição ao vírus para o desenvolvimento de quantidades mensuráveis de anticorpos.

Uma detecção inicial de uma infecção com o HIV é apenas possível através da medição direta do ácido nucleico viral no sangue do paciente (ver "carga viral"). Mas estes testes são muito mais dispendiosos, não sendo usados para despistagem de rotina.

Teste ELISA






















O exame ELISA(do acrónimo inglês de Enzyme-Linked Immuno Sorbent Assay) foi o primeiro exame amplamente empregado. Ele tem uma alta sensibilidade. A baixa especificidade deste teste ocorre porque os anticorpos se ligam aos antígenos nos kits de exame "por acaso", mesmo que a pessoa nunca tenha sido exposta ao HIV. Cerca de 80% dos exames ELISA positivos são seguidos por um exames Western blot negativo e, conseqüentemente, considerados como falso positivo.

O teste procede pelo método ELISA geral: o soro sanguíneo da pessoa é diluído 400 vezes e aplicado a uma placa com antígenos HIV. Alguns dos anticorpos do soro podem se ligar a estes antígenos. A placa é então lavada para que se removam todos os outros componentes do soro. Então um "anticorpo secundário" especialmente preparado — um anticorpo que se liga a anticorpos humanos — é aplicado à placa, seguido de lavagens. Este anticorpo secundário está antes relacionado quimicamente a uma enzima. Assim a placa irá conter enzima em quantidade proporcional a de anticorpos secundários. Um substrato para a enzima é aplicado, e a catálise da enzima leva a uma mudança de cor ou fluorescência. Como os resultados ELISA são dados em números, o aspecto mais controverso deste teste é decidir o ponto divisor entre positivo e negativo.

Direitos humanos



A Declaração Política da UNAIDS/OMS sobre o exame de HIV[4] define que as condições sob as quais pessoas submetem-se a testes de HIV devem ser apoiadas em uma aproximação dos direitos humanos, que preza por respeito aos princípios éticos. De acordo com estes princípios, a conduta dos testes de HIV nos indivíduos deve ser:

confidencial
acompanhada por um conselheiro conduzido com o consentimento informado, o que significa ambos informados e voluntários.
A realidade é que o estigma e a discriminação continuam a fazer pessoas que podem ter sido expostas à infecção por HIV pararem de consentir o teste de HIV.

O teste de HIV e o aconselhamento têm um papel essencial na prevenção de infecções por HIV pelo mundo.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Quais são os antirretrovirais?









São 19 medicamentos antirretrovirais, em diversas apresentações farmacêuticas.
São eles: 8 nacionais: Zidovudina (AZT), Lamivudina (3TC), Indinavir, Estavudina, Nevirapina, Saquinavir , Efavirenz e a combinação de ZIDOVUDINA (AZT) 300mg + LAMIVUDINA (3TC) 150mg
11 importados: Abacavir, Atazanavir, Darunavir, Didanosina, Enfuvirtida, Fosamprenavir, Lopinavir/Ritonavir, Ritonavir, Tenofovir, Raltegravir e Amprenavir

Os ARV (antirretrovirais) apresentam-se em várias formas farmacêuticas, sendo a principal comprimidos; mas a Zidovudina (AZT) 200mg/20ml é injetável.
A mesma Zidovudina, também apresenta-se em comprimido (100 mg) e solução oral (10 mg). O Enfurtivida (fuseon) também é injetável, a via de administração é subcutânea.

sábado, 8 de agosto de 2009

Transmissão de mãe para filho


















Fatores que aumentam o risco Amamentação Medicamentos para prevenir a transmissão da mãe para o filho: AZT e nevirapina Parto cesariano Tratamento durante a gestação Mulheres que engravidam durante o tratamento Efeitos colaterais no bebê
Uma mulher HIV-positiva pode transmitir o vírus para seu filho durante a gravidez, no trabalho de parto e parto, ou através da amamentação. Na Europa e nos EUA, são infectados de 15% a 20% dos bebês nascidos de mulheres HIV-positivas que não tomam medicamentos anti-HIV. Na maioria dos casos, acredita-se que o vírus seja transmitido durante as últimas semanas de gestação ou durante o parto.

Fatores que aumentam o risco
A probabilidade de uma criança contrair HIV da mãe é maior se: sua infecção pelo HIV estiver em estágio avançado ou se ela tiver AIDS; sua carga viral estiver alta ou sua contagem de CD4 baixa; sua bolsa romper até quatro horas antes do parto; o parto for normal, ao invés de parto cesariano planejado; o parto for difícil, requerendo o uso de episiotomia ou fórceps; ela tiver infecção genital, como por exemplo a clamídia, uma infecção sexualmente transmissível; usar drogas ilícitas no período de gestação; ou se amamentar o bebê. A probabilidade do bebê ser contaminado também aumenta se a mãe for infectada pelo HIV durante a gravidez.

Amamentação
Se a mãe HIV-positiva amamentar seu bebê, o risco de infecção praticamente dobra, e passa a ser de, aproximadamente, um em cada três bebês. Por isso, se houver uma alternativa mais segura do que o leite materno, as mães são aconselhadas a não amamentar. No Reino Unido, dar mamadeira aos recém-nascidos é uma prática considerada confiável.

Medicamentos para prevenir a transmissão da mãe para o filho: AZT e nevirapina
O AZT (zidovudina), medicamento usado no tratamento contra o HIV, tem demonstrado reduzir o risco de transmissão da mãe para o filho. Em um dos estudos, gestantes receberam comprimidos de AZT durante os últimos seis meses de gravidez e AZT intravenoso durante o trabalho de parto e durante o parto, e seus bebês tomaram xarope de AZT nas seis primeiras semanas após o nascimento. Além disso, as mães foram aconselhadas a não amamentar. É muito menos provável que essas mulheres transmitam HIV para seus bebês do que as que não tomaram o AZT. O uso deste medicamento durante a gravidez reduziu o número de transmissões a níveis baixíssimos no Reino Unido, em parte da Europa e nos Estados Unidos.

Estudos realizados em países com recursos limitados mostram que o risco de transmissão ainda é reduzido pela metade, mesmo quando o tratamento com o AZT é iniciado após meses de gestação, ou próximo ao dia do parto.

Entretanto, o tratamento somente com o AZT é inadequado para a mulher, podendo limitar suas opções de tratamento no futuro caso ela desenvolva resistência ao medicamento. Até agora, pesquisas sugerem que esse problema não é freqüente quando o AZT é usado somente durante o período de gestação. Contudo, é provável que o AZT não seja tão eficaz na redução dos níveis de transmissão de mãe para filho em uma mulher que já o tiver tomado antes da gravidez.

Experiências recentemente realizadas na África mostram que as chances da mãe transmitir HIV ao seu filho podem ser drasticamente reduzidas se ela tomar a dose única de nevirapina durante o trabalho de parto e se o bebê tomar a mesma dose após o nascimento. No entanto, há dúvidas sobre o possível surgimento da resistência ao medicamento e, caso a mulher esteja tomando o HAART (terapia anti-retroviral altamente potente), ela não deve tomar a dose única de nevirapina.


Parto cesariano
Se o bebê nascer de parto cesariano planejado, ao invés de parto normal, o risco de transmissão diminui. A “cesariana facultativa”, como também é chamada, é programada para a 38a semana de gestação, ou mesmo antes, se o trabalho de parto for antecipado. Pesquisas sugerem que o tratamento anti-HIV no período de gestação, associado ao parto cesariano planejado, pode reduzir o risco de transmissão para até 2% (1 em 50). No entanto, o parto cesariano pode resultar em riscos para a mãe.

Tratamento durante a gestação
As mulheres que engravidam com a contagem de CD4 alta e a carga viral baixa têm menor probabilidade de transmitir HIV para seus filhos. É provável que estas mulheres não precisem de tratamento e, por isso, são aconselhadas a começar o tratamento com o AZT após a 14a semana de gestação.

As gestantes são encorajadas a tomar qualquer remédio que necessitem, com exceção do medicamento anti-HIV efavirenz, o qual não é recomendado para as grávidas. Isso siginifica que as terapias anti-retrovirais, consideradas como o tratamento padrão para adultos com HIV, são atualmente administradas por um maior número de mulheres que engravidam após terem sido infectadas. Acredita-se que esses tratamentos sejam mais eficazes na prevenção contra o HIV do que o AZT, devido sua eficiência na redução da carga viral da mãe, embora ainda não se saiba ao certo.


Mulheres que engravidam durante o tratamento
Dado que o feto atinge seu período de maior vulnerabilidade a qualquer efeito tóxico causado por medicamentos durante as primeiras 14 semanas de gestação, é provável que o risco do bebê nascer deficiente aumente nesse período se a mãe tomar medicamentos anti-HIV. No entanto, o risco de transmissão pode aumentar se ela interromper o tratamento, devido à possibilidade da carga viral aumentar. Por isso, recomenda-se que as mulheres continuem o tratamento durante a gravidez.

Efeitos colaterais no bebê
Não foi registrado, até agora, nenhum aumento no risco do bebê nascer deficiente, ou ter problemas de crescimento, em crianças nascidas de mães expostas ao AZT durante a gestação. Contudo, um monitoramento contínuo dessas crianças ainda é importante. No momento, há muito menos informação com relação à eficácia de outros medicamentos anti-HIV. Um pequeno estudo realizado com gestantes em tratamento com AZT e 3TC, contendo ou não inibidores de protease, revelou um alto índice de nascimentos prematuros e um pequeno número de bebês nascidos com anormalidades. No entanto, outros estudos não demonstraram o mesmo. Um vasto estudo desenvolvido nos EUA, publicado em 2002, revelou que os inibidores de protease não aumentam o risco dos bebês nascerem prematuros ou com baixo peso. Entretanto, o hábito de fumar, beber ou usar drogas, durante a gravidez, foram as causas de partos prematuros e defeitos de nascença.

Tratamento com Interferon










PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE O TRATAMENTO COM INTERFERON PARA HEPATITE CRÔNICA
Por Vera Simon, R.N. , M.Sc.N. HepNet 1.


1 - O QUE É INTERFERON ?
Interferon é uma proteína naturalmente produzida em nossos organismos para combater vírus, através do fortalecimento do sistema imunológico. A medicacão " Alpha Interferon" é uma reproducão sintética do interferon produzido naturalmente.

2. COMO ESTE TRATAMENTO PODE ME AJUDAR ?
O Alpha Interferon é utilizado no tratamento da Hepatite C Aguda para tentar remover totalmente, o vírus do seu organismo e portanto, evitar que o vírus danifique seu fígado. O Alpha Interferon é utilizado no tratamento da Hepatite C Crônica para tentar prender ou parar os danos causados pelo atividade do vírus, em seu fígado. Ele pode parar a inflamacão do fígado em alguns pacientes e algumas vezes elimina o vírus da hepatite c de seu organismo. Não melhora as escaras que já se encontram presentes no fígado. O Alpha Interferon é utilizado no tratamento da Hepatite B Cronica para tentar prender ou parar os danos causados pela atividade . O Alpha Interferon faz isso tentando remover o vírus da Hepatite B do organismo.

3. QUEM DEVE RECEBER O TRATAMENTO?
O Alpha Interferon não é recomendado para todas as pessoas diagnosticadas com Hepatite B ou C. Em primeiro lugar, recomenda-se para pessoas que são portadoras do vírus HBV há mais de seis meses , ou portadores do HCV no estágio agudo ou crônico. Em segundo lugar, é recomendado a pessoas que possuem enzimas hepáticas elevadas ALT(SGTP) e AST(SGOT) mais de uma vez e meia do normal. Em terceiro lugar, recomenda-se também a qualquer pessoa que consuma não mais de duas doses de bebidas alcoólicas por semana, pelo período de seis meses. Assim como este tratamento é recomendado a portadores de hepatite B crônica que testaram positivo ao antígeno "e" . Por se ter informaões limitadas sobre o tratamento de criancas com Alpha Interferon, deve-se consultar um especialista antes de ministrar este tratamento e deve ser dado somente sob supervisão de medico especializado.

4. COMO É O TRATAMENTO ?
Você deverá aplicar injecões intra-dermicas. São o mesmo tipo de agulhas utilizadas por diabéticos que se aplicam insulina. Você vai ser ensinado a aplicar injecões sozinho. O número de aplicacões por semana dependerá do seu caso, se fôr HCV agudo, crônico ou HBV.

5. QUANTO TEMPO DURA O TRATAMENTO?
Para pessoas com HCV crônica, é recomendado um tratamento de 12 meses, se a pessoa mostrar resposta positiva. O medico saberá ao cabo de oito semanas de tratamento, se está ou não funcionando. Se não estiver funcionando, o tratamento é interrompido. Para portadores de HBV, a duracão do tratamento recomendada é de 4 meses.

6. QUAL SERÃO MEUS SINTOMAS DURANTE O TRATAMENTO ?
Cada pessoa reage de forma diferente. A primeira injecão normalmente produz efeitos de gripe forte e é a pior do tratamento todo. Pessoas se queixam de dores musculares, febre, arrepios. Duram por volta de quatro a oito horas. A sensacão de gripe desaparece assim que o organismo se acostuma à dose extra de interferon. O Alpha Interferon pode produzir outros efeitos colaterais tais como dores de cabeca, fatiga, falta de apetite, dores nas juntas. Pode-se ingerir Tylenol e o descanso é recomendado. Pessoas em tratamento deverão se submeter a exames de sangue periódicos, pelo menos uma vez por mês, porque ele pode alterar as celulas do sangue. Existem outros efeitos colaterais menos frequentes.

7. POSSO TRABALHAR DURANTE O TRATAMENTO ?
Medicos incentivam pacientes a manter o mesmo ritmo de vida e habitos diários. "E melhor se considerar "saudável´e Ter uma atitude positiva ao tratamento. Qualquer pessoa que estiver tendo problemas durante o tratamento, deve conversar com seu médico.

8. PRECISO SEGUIR DIETA ESPECIAL DURANTE O TRATAMENTO ?
É recomendado a ingestão de proteínas, de preferência vegetais (soja, grãos inegrais) , muita água, pelo menos dois litros, para desintoxicar o organismo, frutas frescas e legumes em forma de suco.

9. COMO VOU SABER SE O TATAMENTO ESTÁ FUNCIONANDO?
Para pessoas com HCV crônica, o tratamento está funcionando se as enzimas hepáticas estiverem diminuindo. Idealmente, as enzimas deveriam estar no limite da normalidade após oito semanas de tratamento. Resposta consistente será definida se as enzimas hepáticas se mantiverem dentro da normalidade seis meses após o término do tratamento. Para portadores do HBV pode levar um ano ou mais após o termino do tratamento para se definir o sucesso. O motivo é que pode levar até um ano para que o sucesso do tratamento seja confirmado, pois ele pode mudar neste periodo. Para portadores da HCV aguda, o tratamento é considerado um sucesso se no final do tratamento , o vírus da hepatite C estiver indetectável. Isto é confirmado através de exames de sangue.

10. POSSO VIAJAR DURANTE O TRATAMENTO?
Sim. Seu médico deve encoraja-lo a manter seu ritmo de vida tanto quanto possível. Se voc planeja viajar, seja de férias ou a negocios, o interferon não deve impedí-lo. Você pode levá-lo com você, numa sacola térmica, ou num isopor.

11. POSSO FAZER ÊSTE TRATAMENTO SE ESTIVER GRÁVIDA OU PENSANDO EM ENGRAVIDAR ?
No momento, pouco se sabe sobre os efeitos do interferon nas celulas de um embrião ou um feto. Portanto, se você estiver grávida ou pensando em engravidar, é melhor adiar o tratamento. É aconselhável a qualquer mulher fértil, o uso de anti-concepcionais durante o tratamento com alpha Interferon e seis meses após o término. Não se sabe muito sobre o efeito desta droga sobre os espermatozoides dos homens, portanto ,segue a mesma recomendacão!

A Transmissão da Hepatite C


A transmissão da hepatite C ocorre após o contato com sangue contaminado. Apesar de relatos recentes mostrando a presença do vírus em outras secreções (leite, saliva, urina e esperma), a quantidade do vírus parece ser pequena demais para causar infecção e não há dados que sugiram transmissão por essas vias. O vírus da hepatite C chega a sobreviver de 16 hoas a 4 dias em ambientes externos. Grupos de maior risco incluem receptores de sangue, usuários de drogas endovenosas, pacientes em hemodiálise (cerca de 15-45% são infectados nos EUA) e trabalhadores da área de saúde.

Sintomas da Hepatite C


















Diferentemente das hepatites A e B, a maioria das pessoas que adquirem a hepatite C desenvolvem doença crônica e lenta, sendo que a maioria (90%) é assintomática ou apresenta sintomas muito inespecíficos, como letargia, dores musculares e articulares, cansaço, náuseas ou desconforto no hipocôndrio direito. Assim, o diagnóstico só costuma ser realizado através de exames para doação de sangue, exames de rotina ou quando sintomas de doença hepática surgem, já na fase avançada de cirrose.

Além dos sintomas relacionados diretamente à hepatite, o vírus pode desencadear o aparecimento de outras doenças através de estimulação do sistema imunológico












Estima-se que cerca de 3% da população mundial, 170 milhões de pessoas, sejam portadores de hepatite C crônica. É atualmente a principal causa de transplante hepático em países desenvolvidos e responsável por 60% das hepatopatias crônicas.Apesar dos esforços em conter a epidemia atual, especialmente com a realização de exames específicos em sangue doado, a hepatite C é uma epidemia crescente. Estima-se que a prevalência (número total de casos) só atinja o seu pico em 2040 e, à medida que o tempo de infecção aumenta, que a proporção de novos pacientes não tratados com cirrose dobre até 2020. Assim, medidas adicionais de prevenção e tratamento precisam ser tomadas antes disso, ou nas próximas décadas a epidemia de hepatite C atingirá complicações na saúde pública a níveis insustentáveis.

Quem sou EU?

Minha foto
Ubatuba, Litoral Norte, Brazil
Sou a Silmara, uma pessoa simples, risonha e de bem com a vida! Sou Coordenadora do Blablablá PositHivo, desenvolvido em parceria com a Prefeitura Municipal de Ubatuba, que tem como objetivo levar informações de DST/Aids em escolas e comunidades através do meu depoimento.Como coordenadora de literatura da Fundart criei o Projeto Psiu com a finalidade de descobrir e apoiar novos autores.Fui escritora sobre o Projeto Furnas, em Ubatuba.Tenho 25 crônicas classificadas em Concursos nacionais,inclusive o conto O Menininho Perdido classificado no concurso de Antologia Ponte dos Sonhos, na Alemanha e o poema Brava Gente de Ubatuba em Guadalaraja.Sou autora da cartilha Ambiente Vivo e do livro Flash, Você sabe o que eu tenho? Eu tenho amores, dores,senhores, sabores...Eu tenho atitude.E VOCÊ? Silmara Retti é madrinha do DTPK crew

Camisinha masculina?Como usar.