sexta-feira, 22 de maio de 2009

História da Aids


A luta contra a aids que começou em 1981, quando foi registrada a primeira prova clínica da existência da doença, e se estende até hoje, com o mundo inteiro procurando a cura e tentando evitar o aumento do número de casos. A doença é, sem dúvida, uma epidemia mundial. Mais de 40 milhões de pessoas vivem hoje com o vírus da aids, o HIV, e, ao longo de 2001, quase três milhões de pessoas morreram de doenças ligadas à aids. Em 2002, outro número alarmante, que mostra a expansão da aids fora dos chamados "grupos de risco": a taxa de mulheres infectadas diminuiu de uma mulher para 50 homens, há cerca de 20 anos, para uma mulher para cada homem infectado em 2002.

Confira a linha do tempo da doença

Os esforços de cientistas, médicos e políticos de todo o mundo, no entanto, conseguiram conquistar grandes avanços no combate à doença. A vida do soropositivo hoje é extremamente mais saudável que a da pessoa que contraiu a doença há 20 anos. Hoje, com o surgimento de tratamentos revolucionários como o coquetel, por exemplo, ter o HIV não significa, necessariamente, contrair a aids e parar em um leito de hospital. Esforços do Ministério da Saúde, por exemplo, colocaram o Brasil numa postura de liderança mundial do combate à doença, com programas de saúde pública como a distribuição gratuita do coquetel através do SUS.

Novas vacinas estão sendo testadas em diversos países e as campanhas de prevenção têm diminuído o ritmo de crescimento do número de casos. É alarmante, no entanto, a situação da África, que tem 76% dos portadores de HIV no mundo e 70% dos novos casos de contração do vírus ao longo de 2001. Não é só a situação caótica da África que preocupa os médicos. O número de novos casos de aids começou a crescer discretamente entre alguns grupos - em especial os jovens - em alguns países. Os médicos temem que, com o coquetel, as novas gerações tenham menos medo da doença e fiquem mais descuidadas na hora de se proteger.

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Ubatuba, Litoral Norte, Brazil
Sou a Silmara, uma pessoa simples, risonha e de bem com a vida! Sou Coordenadora do Blablablá PositHivo, desenvolvido em parceria com a Prefeitura Municipal de Ubatuba, que tem como objetivo levar informações de DST/Aids em escolas e comunidades através do meu depoimento.Como coordenadora de literatura da Fundart criei o Projeto Psiu com a finalidade de descobrir e apoiar novos autores.Fui escritora sobre o Projeto Furnas, em Ubatuba.Tenho 25 crônicas classificadas em Concursos nacionais,inclusive o conto O Menininho Perdido classificado no concurso de Antologia Ponte dos Sonhos, na Alemanha e o poema Brava Gente de Ubatuba em Guadalaraja.Sou autora da cartilha Ambiente Vivo e do livro Flash, Você sabe o que eu tenho? Eu tenho amores, dores,senhores, sabores...Eu tenho atitude.E VOCÊ? Silmara Retti é madrinha do DTPK crew

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