Além de reduzir o risco de infecção pelo HIV, a circuncisão melhora a higiene do órgão genital masculino, reduz a infecção por outras DSTs e o risco de desenvolver câncer de pênis. No entanto, valores culturais e religiosos podem dificultar a implementação dessa estratégia de prevenção, juntamente com o alto custo do procedimento e pelo fato de se tratar de uma mutilação.“Os profissionais do sexo vêm se mostrando bastante receptivos a esta prática de prevenção. Já os homossexuais temem que a circuncisão possa afetar a ereção e trazer prejuízos estéticos ao pênis”, informa o pesquisador da Fiocruz.

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