
A avaliação deve ser individual.
O infectologista Gustavo Magalhães lembra que, no momento, a indicação ainda é de não interromper o tratamento, mas admite que há casos que precisam ser avaliados de forma individualizada. “Sabemos de estudos internacionais em que muitos pacientes que pararam a terapia anti-retroviral apresentaram mais problemas de saúde, principalmente doenças cardiovasculares”, diz o médico, acrescentando que a parada pode ser útil em casos bem específicos, quando o medicamento está causando danos importantes à saúde (exemplo: insuficiência renal, pancreatite aguda, hepatite medicamentosa). “Mas isso, só o médico assistente, levando em conta os exames e o histórico do paciente pode avaliar”, completa Magalhães.

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