O infectologista Gustavo Magalhães aponta para doenças neurológicas que até agora não faziam parte do universo do HIV/aids, sendo mais freqüentes nos idosos, como a demência senil ou vascular – formas diferentes daquela observada nos pacientes com aids no período pré-HAART. Os sintomas mais comuns são dificuldades de concentração e memória, tendência ao isolamento, apatia, empobrecimento das respostas emocionais, irritação, comportamentos inadequados e períodos de desorientação. “O exame clínico e a avaliação neuropsiquiátrica são os métodos diagnósticos mais seguros. Mas exames de imagens como tomografia ou ressonância magnética do crânio podem ajudar na precisão, descartando outras doenças neurológicas”, sugere o médico.Fonte: Revista Saber Viver -

Nenhum comentário:
Postar um comentário
A sua opinião é importante para mim.